O Research Centre for Greenhouse Gas Innovation (RCGI) da USP convida a todos para o evento de Apresentação de Resultados do Projeto 70: Percepção Social, que será realizado na terça-feira, dia 10 de setembro de 2024, das 11h às 15h, no DigitalLab, localizado no prédio do InovaUSP. Este evento tem como objetivo apresentar à sociedade os resultados das pesquisas conduzidas no âmbito do Projeto 70, que explora as percepções sociais relacionadas à transição energética. Será uma excelente oportunidade para entender como a sociedade está engajada nesse processo transformador.: Dia e horário: 10 de setembro de 2024, a partir das 11h. Endereço: Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 370 – Butantã – São Paulo. Para facilitar seu acesso ao InovaUSP, solicitamos que complete o formulário.
Todos os caminhos levam à Poli: a trajetória do professor Marcos Massao Futai
Todos os caminhos levam à Poli: a trajetória do professor Marcos Massao Futai O professor foi empossado como titular no último dia 22 de agosto. Docente do Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica, o professor Marcos Massao Futai leciona 9 disciplinas na Escola Politécnica da USP. No último dia 22 de agosto, o professor foi um dos 19 docentes celebrados como novos professores titulares da Poli. Sua atuação científica concentra-se em Engenharia Geotécnica aplicada a obras de infraestrutura rodoviária e ferroviária, fundações especiais, aterros sobre solos moles, geossintéticos, barragens, estabilidade de taludes, túneis e o uso de transformação digital em obras de infraestrutura. O professor é livre-docente pela Poli, e integra a instituição desde 2003. Desde então, tem se dedicado à educação e à pesquisa em engenharia. Para além da sala de aula e dos projetos de pesquisa na Poli, Marcos é também marido de Silvia Suzuki, e pai de Yudi. Quando não está na USP, o professor divide seu tempo entre a família e seu cachorrinho, com quem passeia nas horas vagas.Além disso, sempre que possível, viaja com a família, já que, mesmo em casa, dedica muito tempo à vida acadêmica. Contribuições em pesquisa, ensino e extensão Os projetos de pesquisa desenvolvidos por Futai na Escola Politécnica relacionam-se diretamente com as disciplinas lecionadas na graduação e pós-graduação. Segundo Futai, o ensino em engenharia é essencial para a garantia do crescimento e desenvolvimento econômico no País e que, para tanto, a Universidade precisa formar engenheiros a partir da modernização de métodos de ensino e manter os conteúdos atualizados. Idealizador do Laboratório GeoInfra USP, o professor acredita que as atividades de pesquisa e extensão são a forma com que a USP se aproxima da sociedade. O laboratório em questão atende demandas soluções para problemas de engenharia nas áreas de infraestrutura, mineração, energia e construção civil, relacionadas à Engenharia Geotécnica. Grande parte das pesquisas do Laboratório estão hoje voltadas para a área de Infraestruturas. “A pesquisa aplicada permite que os docentes realizem inovações que podem ser transferidas para a prática da engenharia”, destaca o professor. Futai projeta que as pesquisas futuras em sua área exigem infraestruturas mais eficientes, para que a confiabilidade de obras antigas e a construção de novas obras sustentáveis sejam garantidas. O GeoInfraUSP tem estudado também os efeitos das mudanças climáticas e eventos extremos na resiliência das infraestruturas. O impacto da Poli Como estudante e acadêmico, o Futai viajou pelo Brasil, mas foi na Escola Politécnica que formou raízes. Nos últimos 20 anos, o professor dedicou-se integralmente à inovação e à pesquisa científica na instituição. Das aulas ministradas na graduação aos projetos, como os desenvolvidos no Laboratório GeoInfra USP, Futai garante que, como professor titular, dará continuidade às suas contribuições na Poli. Para a Universidade do Amanhã, Futai acredita que deve-se haver o equilíbrio entre pesquisa e liderança para os docentes da instituição. Ele vê na figura dos professores, pesquisadores que devem dedicar-se constantemente à pesquisa ao passo em que deixam sua contribuição institucional na formação de cidadãos. “Sempre quis seguir a carreira acadêmica por dois motivos: ministrar aulas e realizar pesquisa. Além de conseguir as duas coisas, aqui na Poli obtive muito mais”, finaliza o professor. “Ser docente na Escola Politécnica é um grande orgulho para mim. A Poli é uma parte importante da minha vida”. – Marcos Massao Futai Tudo sobre o professor Formação Graduação: Engenharia Civil na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1995. Mestrado em Engenharia Civil na COPPE-UFRJ em 1998. Doutorado em Engenharia Civil na COPPE-UFRJ em 2002. Livre Docência na Poli-USP em 2010. Pós-doutorado na Universidade de Cambridge em 2016. Disciplinas Lecionadas Na Graduação: Mecânica dos Solos e das Rochas I Mecânica dos Solos e das Rochas II Engenharia Geotécnica e Fundações Na Pós-graduação: Conceitos e Aplicações de Mecânica dos Solos Não Saturados em Obras de Infraestrutura Geotécnica Resistência e Deformabilidade dos Solos Estabilidade e Estabilização de Taludes Aplicados em Obras de Infraestrutura Ensaios in situ e Instrumentação em Obras Solos Reforçados para Obras de Infraestrutura: Conceitos e Aplicações Monitoramento Estrutural e Geotécnico de Obras de Infraestrutura Prêmios Laudos de grandes rupturas geotécnicas Consultorias para obras geotécnicas de risco Prêmio Costa Nunes da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos Keynote Lectures em congressos nacionais e internacionais Associações Ex-presidente do Núcleo de São Paulo da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica Ex-presidente da Comissão de Taludes Vice-chair do Technical Committee of Tropical Residual Soils Diretor da International Press-in Association Presidente do Comitê Brasileiro de Mecânica das Rochas Presidente da Comissão Técnica do Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica de 2022 Presidente do Simpósio Brasileiro de Mecânica das Rochas de 2024
Como futuros engenheiros da Poli-USP venceram competição com projeto de investimento a grandes nomes do mercado financeiro
Membros do Poli Finance conquistam 1º lugar no Constellation Challenge, competição que tem como objetivo aproximar estudantes do mercado financeiro por meio de análises de empresas Alunos do grupo Poli Finance, grupo de mercado financeiro da Escola Politécnica (Poli) da USP, conquistaram o primeiro lugar no Constellation Challenge, maior desafio de análise de empresas na América Latina. A competição é organizada pela Constellation, uma gestora de investimentos, e tem como objetivo aproximar os interessados do mercado financeiro. Os participantes devem desenvolver uma tese de investimento buscando entender o funcionamento de uma empresa escolhida para a edição. Em 2024, fizeram uma análise do Mercado Livre, e os grupos deveriam explicar se seriam sócios ou não. Participaram 350 grupos de diferentes faculdades ou de forma independente, sendo que 25 seguiram para a semifinal e apenas 4, entre eles, o Poli Finance, realizaram a apresentação final para os jurados. A competição Os participantes tiveram cerca de 2 meses para fazer uma análise profunda da companhia. Os alunos Luis Eduardo, Leonardo Henrique e Angela Zarzur, integraram o time RS Partners, nome em homenagem a outros dois grupos do Poli Finance (Rotu e Serendippo) que chegaram à final do Constellation em edições anteriores, mas não ganharam. A competição incentiva pesquisas mais detalhadas e profundas, construção de teses e estudos autorais. Os alunos fizeram diferentes análises para a apresentação, entre elas o monitoramento das vendas do Mercado Livre e seus serviços utilizados e até a construção de um código em python para testar o tempo de entrega de cada um dos sites concorrentes. Durante as pesquisas, o time do Poli Finance teve a oportunidade de conhecer uma categoria de centro de distribuição e estoque (fulfillment) do Mercado Livre, localizado em Cajamar. Também foram ao Rio de Janeiro visitar sua menor operação de fulfillment e visitaram a Dynamo, maior gestora de fundos de renda variável do Brasil. Um dos integrantes do grupo, Luis Eduardo, conta, entre risos, a empolgação durante o período. “A gente recebeu o convite na quinta-feira, para estar no Rio de Janeiro na segunda. Pensei: ‘Vamos, oportunidade única de conhecer a operação do Mercado Livre’. Depois de ter organizado tudo, ter visto passagem, pensei, ”Nossa, preciso falar com os meus pais”. O grupo também realizou pesquisas de campo e conversaram com pessoas tanto do Mercado Livre quanto concorrentes. Ao todo foram realizadas cerca de 29 conversas com diferentes empresas e setores, como Amazon, Shopee e Magalu. Após os dois meses de preparo, o produto final foi uma apresentação aos jurados. A banca avaliadora deste ano era composta por: Stelleo Tolda, cofundador do Mercado Livre; Guilherme Aché, fundador e CEO da Squadra, Patrice Etlin, egresso da Poli e manager director da Advent; Florian Bartunek, fundador da Constellation e André Lima, sócio da Constellation. Confira a apresentação do Poli Finance na final do Constellation Challenge abaixo: Preparo para a competição e Poli Finance Na competição, os membros do time puderam aplicar conhecimentos que aprenderam no Poli Finance, por exemplo, como avaliar uma empresa, um setor, os números da empresa e como precificá-la. Eles relatam que o olhar crítico e investigativo é muito desenvolvido durante esse processo. “Quando você olha uma empresa, primeiro você consegue ver o que todo mundo vê, sabe se ela é líder do setor ou não. Aí você tem que entender o porquê. Quais as vantagens, facilidades e atrativos? E por que ela tem esses atributos? Sempre temos que perguntar o porquê”, conta Angela. O grupo realiza capacitação dos membros, além de realizar palestras e visitas a empresas do mercado financeiro para conhecerem suas estratégias e conversarem com especialistas. “Não é só o trabalho, o resultado de você vencer, mas é todo o aprendizado. Acho que tudo isso pra gente que tem 20 anos ou menos é uma oportunidade única. Nessa idade apresentar algo para pessoas que conhecem a tese há muito tempo. Ter essa oportunidade de expressar nossa opinião, é algo que eu não imaginaria que eu conseguiria fazer”, conta Leonardo Henrique. “Não importava o resultado, a gente tava apresentando para pessoas de renome. E você terminar o case e falar ‘olha o trabalho que eu fiz’, é muito bom. Participar de competições te tornam muito mais maduro, cria um senso decisório muito mais rápido, de saber o momento certo de fazer algo e como fazer”, compartilha Angela. Além do troféu, os alunos puderam participar de uma palestra anual do investidor Warren Buffet, em Omaha, na Berkshire Hathaway Annual Meeting.
SkyRats: equipe de drones inteligentes da Poli-USP se prepara para competição internacional na Inglaterra
04/09/2024 Lara Cáfaro Após participar de competição internacional em agosto, realizada em São Luís no Maranhão, estudantes apostam em inteligência artificial e drones específicos para missões Em setembro, a equipe participará da International Micro Air Vehicles Conference and Competition (IMAV), a maior competição e conferência internacional na área de drones e veículos aéreos não tripulados. O evento ocorrerá entre os dias 16 e 20 de setembro na Universidade de Bristol, no Reino Unido. Neste ano, o tema central é a preservação ambiental, desafiando os participantes a utilizar tecnologias de VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) para o monitoramento e proteção da biodiversidade. Para isso, a equipe contará com o apoio de patrocinadores e uma campanha de financiamento coletivo. Os estudantes estão investindo em inovações para aprimorar seu desempenho na competição. Eles vão levar na bagagem a experiência na competição FIRA (Federation of International Robot Sport Association) realizada em São Luís, no Maranhão, em agosto. A equipe obteve resultados satisfatórios na competição em solo brasileiro, embora não tenha conquistado um lugar no pódio devido a um erro técnico. Eles conseguiram avançar em seu desempenho e aprimorar a dinâmica das competições indoor, realizadas em ambientes fechados. “Nós evoluímos muito, pois agora temos um drone específico para essas missões. Acredito que essa evolução não vai parar e continuaremos a melhorar cada vez mais”, afirmou Yuri, estudante de engenharia mecatrônica. As atualizações abrangem melhorias na eficiência dos drones durante as missões, com alterações na estrutura dos equipamentos e otimização dos trajetos. Na área tecnológica, a equipe está se adaptando a um maior espaço de mapeamento e desenvolvendo uma Inteligência Artificial para a identificação de vida selvagem, alinhada com o tema desta edição. “Após aprender muito nas competições anteriores, aumentamos o número de testes e realizamos simulações em escala real das fases da IMAV, tanto em ambientes internos quanto externos. As expectativas da equipe são altas, almejamos até mesmo um lugar no pódio. Enquanto isso, estamos fazendo o possível para garantir uma boa colocação,” afirma Peter, estudante e membro da equipe. “Participar da SkyRats foi esclarecedor [sobre caminhos de carreira]. Eu estava um pouco perdido em relação ao que fazer dentro da minha área de engenharia, e estar em uma equipe que explora tudo o que aprendi ao longo do meu curso é muito gratificante. A participação foi desafiadora, especialmente por ser minha primeira vez na competição, mas a experiência foi extremamente enriquecedora. ” Yuri, estudante de engenharia mecatrônica. Apoio ao projeto – A viagem da equipe ao Maranhão foi viabilizada com o apoio financeiro da Escola Politécnica (Poli) da USP, do Fundo Patrimonial Amigos da Poli e de empresas patrocinadoras. Nesta edição, nove alunos da Poli, membros do grupo de drones, representaram a equipe. Acompanhe os próximos passos da SkyRats em seu perfil no Instagram.
Por trás dos livros: a trajetória de Adalberto de Freitas
04/09/2024 Lara Cáfaro Nascido na pequena cidade Martinópolis e com 63 anos, Adalberto dedica-se à Biblioteca do Departamento de Engenharia de Minas e Petróleo como servidor técnico-administrativo da Escola Politécnica (Poli) da USP. Sua trajetória com a Poli teve início em 1987, quando começou a trabalhar como vigia predial. Em abril de 1989, Adalberto de Freitas passou em um concurso para atuar na biblioteca da instituição, e desde então, seus caminhos se entrelaçaram com os livros e com os alunos da renomada escola de engenharia. Entre o Trabalho e a Vida Pessoal Após se mudar para Carapicuíba, nos arredores da capital, Adalberto adaptou-se à vida na cidade grande. Em seu tempo livre, ele aprecia passeios com o filho, além de frequentar cinemas e teatros. “Mudei-me do interior em busca de melhores oportunidades de trabalho, pois as opções eram limitadas em minha cidade natal, onde as usinas de açúcar eram a principal fonte de sustento das famílias”, explica. Em 2014, para um melhor arranjo da rotina familiar, seu filho passou a viver com ele, e conciliar a rotina profissional com a vida pessoal tornou-se um desafio. “A responsabilidade é enorme, e a cada dia é um desafio equilibrar meu trabalho com as tarefas domésticas e a atenção ao meu filho, que é minha maior alegria – preparar refeições, ajudar com a lição de casa e oferecer orientação constante. Apesar das dificuldades, me sinto vitorioso e fortalecido por toda essa experiência. Hoje, com 17 anos, meu filho e eu desenvolvemos uma conexão que vai além da relação parental, tornando-nos também grandes amigos. Sinto-me extremamente grato por ter a chance de amadurecer e crescer como ser humano ao lado dele.” O bibliotecário Gilberto Martins, amigo de Adalberto e que atua na Biblioteca do Departamento de Engenharia Metalúrgica, reforça a importância da Poli em sua vida pessoal. “A Poli foi essencial para minha formação. Fiz muitos amigos e sou profundamente grato à Escola Politécnica e aos meus colegas Clélia e Adalberto.” Nos últimos anos, a frequência nas bibliotecas tem diminuído, muitos alunos preferem realizar suas pesquisas online. “No passado, as bibliotecas estavam sempre lotadas e a organização era feita de forma totalmente manual, com cadastros em fichas. Hoje, a organização é digital e os métodos mudaram significativamente. Por isso, fico feliz sempre que vejo alunos frequentando a biblioteca”, comenta Adalberto.
O gosto pelo aprendizado e os caminhos da professora Izabel Fernanda Machado, da Poli-USP
O gosto pelo aprendizado e os caminhos da professora Izabel Fernanda Machado Professor foi empossada como professor titular no dia 22 de agosto de 2024 A engenheira e professora Izabel Fernanda Machado ingressou na graduação em Engenharia Metalúrgica na Escola Politécnica da USP, em 1988, curso que concluiu em 1992. Ela seguiu sua pós-graduação na mesma instituição, com seu mestrado e doutorado realizados na área de Engenharia Metalúrgica e de Materiais. À princípio, ela não pensava em seguir a carreira acadêmica, o que decidiu durante o doutorado. A liberdade de trabalho foi um atrativo, o que encontrou, verdadeiramente, na atividade de pesquisa. “Entrei na graduação em 1988, fiz iniciação científica, mestrado e doutorado. Fiquei 2 anos sem envolvimento direto, mas colaborando em pesquisa. Em 2001, fui contratada como professora e segui minha carreira. A Poli está na minha vida há 36 anos, não só a minha carreira, mas também amigos. É um uma parte da minha vida de estudante, de Engenheira, e de Professora. Estou feliz com isso, e espero ainda contribuir.” Izabel Fernanda Machado Contribuições em pesquisa, ensino e extensão Suas pesquisas envolvem a avaliação da relação microestrutura e propriedades, e monitoramento de processos de fabricação para a criação de bases de dados e simulações que possam alimentar algoritmos para o desenvolvimento, avaliação e predição de desempenho de materiais, ou seja, utilizando Inteligência Artificial.Izabel defende que o ensino da Engenharia envolve conhecimentos das ciências básicas, que devem ser aplicados para resolver problemas. “Hoje a Engenharia também pode usar muitas ferramentas computacionais, modelos numéricos, o que a torna ainda mais rica em oportunidades. Independentemente da área, o Engenheiro precisa ser criativo, mas disciplinado e com capacidade de gerir pessoas e projetos”. Ela relata que antes seus ensinamentos focavam na parte tecnológica, mais ligada à manufatura, hoje também expandiu suas contribuições e busca usar toda sua experiência com pessoas também para motivar. “Precisamos de pessoas com potencial criativo, e com vontade de inovar”.A professora acredita que sua maior contribuição está nas pessoas que formou como Mestres e Doutores. Até agora, cinco são professores em Universidades no Brasil e Chile, outro trabalha em um Instituto de Pesquisa, na Áustria, e outro está em pesquisa e desenvolvimento na Indústria. “Os demais, que mantenho contato, estão na Indústria. São 26 no total, mas pelo menos metade ainda interajo e tenho colaborações”.Entre suas inspirações estão seu orientador, professor Angelo Fernando Padilha, ainda na Escola e, o professor José Deodoro Trani Capocchi, grande conselheiro, já aposentado, ambos do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais.Ela não esconde sua paixão pelas atividades acadêmicas. “Gosto muito de pesquisar, de estudar e de orientar. Em função disso, trabalho inclusive nos fins de semana”. Nas horas realmente vagas, gosta de caminhar. “É algo que me faz bem e coloco minhas ideias em ordem”. Ela aprecia práticas esportivas individuais, como natação e corrida, suas preferidas, embora não tenha feito muita coisa no último ano. Também gosta de cozinhar, acompanhada de seu marido e de um bom vinho. “Nada de muito especial, mas momentos felizes e tranquilos fazem a vida melhor”. “Me considero com uma vida “normal”, mas gosto de desafios e sou perseverante. Os caminhos escolhidos ou não, nunca são fáceis, mas a maturidade pode nos fazer melhores.” Izabel Fernanda Machado Poli-USP O impacto da Poli A docente entende que a universidade do amanhã será diferente em termos de ferramentas de ensino, e em alguns conteúdos. “Mas continuará buscando formar competências para vivermos em um mundo melhor”.“Pretendo contribuir, além da parte acadêmica, com motivação, com informação, e dentro do possível com apoio para melhorar a governança da Poli, que também é fundamental para melhorar a qualidade do ensino. Espero que os alunos sempre sejam orgulhosos de serem politécnicos.” Tudo sobre a professora Formação Graduação em Engenharia Metalúrgica na Escola Politécnica da USP (1992); Mestrado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais na Escola Politécnica da USP (1995); Doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais na Escola Politécnica da USP (1999); Pós-Doutoramento Sênior (PRINT) Universidade de Trento, na Itália (2009); Pós-Doutoramento Sênior como Professor visitante (PRINT) na Universidade da Califórnia (Davis – EUA) (2020). Disciplinas Lecionadas Desenho técnico (graduação); Introdução à Engenharia Civil (graduação); Materiais de Construção (graduação); Tecnologia para construção (graduação); Ciência dos materiais aplicada aos materiais de construção (pós-graduação); Concreto projetado (pós-graduação); Compósitos cimentícios para a construção civil (pós-graduação). Prêmios Prêmios e menções honrosas recebidas por trabalhos apresentados em conferências. O Dowson Prize foi o mais relevante, e foi resultado de uma orientação de doutorado direto. Além disso, deu grande projeção na área ligada a desempenho de superfícies.2022 The Engineering Ceramics Division Trustee Award, The American Ceramic Society.2021 Best Research Paper Award2021 – Friction (Fast laser surface texturing of spherical samples to improve the frictional performance of elasto-hydrodynamic lubricated contacts), Friction – ISSN 2223-7690 – https://www.springer.com/journal/40544.2018 Dowson prize (best paper and presentation), 45th Leeds-Lyon Symposium on Tribology.2018 Menção Honrosa, Congresso SAE Brasil.2017 Menção Honrosa, Congresso SAE Brasil.
Grupo de estudos de blockchain de Escola Politécnica da USP
Descrição do grupo: Nós desenvolvemos aplicações de criptografia aplicada a finanças, que envolvem principalmente o uso de uma blockchain. Dentre seus casos de uso, podemos destacar micropagamentos e tokenização de ativos, como imóveis e crédito carbono. Para construir tais softwares, o grupo participa frequentemente de hackathons e eventos organizados por empresas do ramo. Segmento-alvo da sociedade: Startups de Tecnologia e Comunidade Acadêmica Docente supervisor: Marcos Antonio Simplicio Redes sociais: Instagram @polichain.xyz
Grupo de Extensão
Descrição do grupo: A ZIMA é um grupo focado em desenvolver Soluções Médico Hospitalares para hospitais não tanto desenvolvidos como hospitais grandes, fazendo com que os pacientes e funcionários possam ter acesso à tecnologia tão avançada como os grandes hospitais ajudando nas tarefas diárias e tratamentos. Segmento-alvo da sociedade: Hospitais públicos, seus funcionários e pacientes Docente Supervisor: Leopoldo Rideki Yoshioka Redes sociais: Instagram: @zima.poliusp LinkedIn: linkedin.com/company/zimapoliusp/mycompany/
Jornal da USP: Uma tecnologia capaz de solucionar a problemática do escoamento de gases na indústria
Foto: Rh2network/Wikimedia Commons/CC BY-SA 3.0 Link: https://jornal.usp.br/atualidades/uma-tecnologia-capaz-de-solucionar-a-problematica-do-escoamento-de-gases-na-industria/ Data de publicação: 27/08/2024. Pesquisadores entrevistados: Rodrigo Amaral, pós-doutorando em Engenharia Mecânica pela Poli-USP; Vitor Bertolin, mestre em Engenharia Mecânica pela Poli-USP; Bernardo Lemos, doutor pela Poli-USP. Resumo: Pesquisadores da Escola Politécnica (Poli) da USP desenvolveram, em conjunto com a Agência USP de Inovação (Auspin), um método de monitoramento de escoamento de bolhas em um eletrolisador, a partir da visualização de imagens de sombras relacionadas no tempo e segmentação de intensidade. “A patente é utilizada para analisar um reator que produz hidrogênio e oxigênio a partir da água. Nesses reatores, você tem que garantir que os produtos, quando produzidos em ambiente diferente, saiam de forma isolada, ou seja, não se misturem entre si”, explica Rodrigo Amaral, pós-doutorando em Engenharia Mecânica pela USP. Confira a matéria completa aqui.
Jornal da USP: Sistema de realidade virtual desenvolvido na USP permite melhorar a mobilidade urbana de pessoas com deficiência
Equipamento foi testado nos laboratórios do LSI-TEC, da Escola Politécnica da USP – Foto: Marcos Santos Link: https://jornal.usp.br/diversidade/sistema-de-realidade-virtual-desenvolvido-na-usp-permite-melhorar-a-mobilidade-urbana-de-pessoas-com-deficiencia/ Data de publicação: 29/08/2024. Docente entrevistado: Marcelo Knörich Zuffo, diretor do Centro de Inovação da USP – Inova USP, professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos Escola Politécnica e pesquisador junto ao Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC). Resumo: “Com tecnologia desenvolvida na Caverna Digital do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) de apoio à Escola Politécnica (Poli) da USP, o Instituto Jô Clemente (IJC) acaba de inaugurar o Projeto de Realidade Virtual para a inclusão de pessoas com deficiência. Iniciado neste mês de agosto, o projeto é sediado no IJC, em São Paulo. O objetivo é facilitar o cotidiano dos usuários com deficiência intelectual e/ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) e doenças raras que são atendidos no instituto, utilizando a realidade virtual e propiciando a eles experiências positivas em mobilidade urbana.” Confira a matéria completa aqui.