Arquivo mensais:outubro 2019
Diretora da Poli recebe visita de embaixador da União Europeia
Diretora da Poli recebe visita de embaixador da União Europeia Como se desenharão cooperações entre as universidades e empresas brasileiras e europeias dentro de um possível acordo entre a União Europeia e Mercosul foi um dos assuntos abordados da reunião realizada entre representantes da USP e o embaixador da União Europeia, Ignácio Ybáñez, nesta quarta-feira, dia 9 de outubro. O diplomata foi recebido no Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP pela diretora da instituição, Janina Onuki, e pela diretora da Escola Politécnica (Poli) da USP, professora Liedi Légi Bariani Bernucci. Durante a reunião foram apresentados os projetos internacionais de ensino e pesquisa realizados pelas unidades da USP, especialmente com instituições universitárias europeias. Ignácio Ybáñez relatou que esta foi uma das suas primeiras visitas à São Paulo, e tinha um particular interesse em conhecer as ações já realizadas entre a USP e a União Europeia no âmbito da pesquisa e de intercâmbio de alunos e professores entre o Brasil e as universidades europeias. “Já se fazem muitas coisas, mas ainda há uma vontade das duas partes de fazer ainda mais juntos. Brasil e União Europeia tem uma relação muito positiva, somos parceiros estratégicos, temos o acordo entre a União Europeia e o Mercosul que dará muitas oportunidades. O relacionamento entre as universidades europeias é uma das grandes prioridades”, destacou o embaixador.Participaram da reunião, também, o professor do IRI, Amâncio Jorge de Oliveira, o presidente da Comissão de Relações Internacionais da Poli, Henrique Lindenberg Neto, e a assistente técnica do Instituto de Estudos Brasil Europa, Cecília Matsumura. Da esquerda para a direita, o professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, Amâncio Jorge de Oliveira, o embaixador da União Europeia, Ignácio Ybáñez, a diretora do IRI, Janina Onuki, a diretora da Escola Politécnica (Poli) da USP, professora Liedi Légi Bariani Bernucci, a assistente técnica do Instituto de Estudos Brasil Europa, Cecília Matsumura, e o presidente da Comissão de Relações Internacionais da Poli, Henrique Lindenberg Neto.
Canal Tech: A gravidade é a mesma em toda a Terra? E por que isso é importante?
Canal Tech: A gravidade é a mesma em toda a Terra? E por que isso é importante? A matéria completa pode ser acessada no link.“Denizar Blitzkow, professor da Escola Politécnica da USP, trabalha com equipes do IBGE em mapas da variação do campo de gravidade em todo o território brasileiro, e outros países da América do Sul. Em um mapa de 2010 mostra que a força ou aceleração da gravidade é menor em uma área que compreende o Ceará, um pouco dos estados vizinhos e a região central do país, até o norte do estado de São Paulo.As alturas geoidais variam de +40 metros nas regiões dos Andes (Bolívia e Peru) até -20 metros nas regiões norte e nordeste do Brasil. Mas os Andes, apesar de seus 6.000 metros de altitude, não têm muito mais massa que a Amazônia, de acordo com Blitzkow. “Se pudéssemos pesar um cilindro da superfície de uma montanha dos Andes e outro da Amazônia, veríamos que a diferença de peso não é tão intensa quanto a variação de altitude”. Ou seja, não importa muito se estamos em uma montanha ou um vale – o que interfere mesmo na força gravitacional é a massa contida no subsolo da região.”
Palestra: Fontes de Informação para Trabalhos Acadêmicos – No Prédio da EPMT – 23/10 – 10hs
Apresentação SciVal – Elsevier no Anfiteatro EPMT – 22/10 – 14hs
Veteranos da Poli-USP oferecem curso de empreendedorismo em startups
Veteranos da Poli-USP oferecem curso de empreendedorismo em startups Politécnicos que atuam na aceleradora Poli Start oferecem panorama sobre a área para alunos de pós-graduação A aceleradora de startups Poli Start, conduzida por ex-alunos da Escola Politécnica (Poli) da USP, está com inscrições abertas para o curso “Empreender com Startup”, que será realizado nos dias 21,24 e 31 de outubro e no dia 4 de novembro, das 14h às 18h, na sede da Associação dos Engenheiros Politécnicos (AEP), ao lado do prédio da administração da Escola. Os politécnicos Carlos Alberto Fenerich, Eduardo Saorim e Rubens Approbato Machado Jr., instrutores do curso, adotam a definição de Eric Ryes para uma startup: “uma instituição humana projetada para criar novos produtos e serviços sob condição de extrema incerteza”. “Elas estão alterando de forma disruptiva todo o ambiente de negócios atual e, principalmente, a forma de empreender”, explicam. Para preparar os interessados em empreendedorismo a lidar com as incertezas, eles utilizam a metodologia lean startup elaborada na Universidade de Stanford e validada no Vale do Silício. “A cultura startup trabalha com incertezas (ao invés de riscos), inovações disruptivas (diferente das incrementais), escalas exponenciais (diferente das lineares) e abundância (não escassez) às quais via de regra não estamos acostumados”, detalham. As inscrições para o curso custam R$50 e podem ser realizadas no link. Outras informações no arquivo.
Engenharia ou Medicina? Profissional formado na Poli-USP pode atuar na conexão entre as áreas
Engenharia ou Medicina? Profissional formado na Poli-USP pode atuar na conexão entre as áreas Disciplinas de graduação visam habilitar futuros engenheiros para desenvolver tecnologias na área da saúde A engenharia é o plano de fundo para o funcionamento de múltiplas áreas, desde um canal de televisão até uma bolsa de valores. Com a área da saúde não é diferente, por isso, a Escola Politécnica (Poli) da USP possui iniciativas para aproximar a engenharia e a medicina durante os cursos de graduação. Por meio de uma base curricular inter e multidisciplinar, a Poli oferece uma disciplina optativa e um módulo de um ano, composto por 11 disciplinas, cujo objetivo é formar profissionais capacitados para atuar na Engenharia Biomédica. Um coringa para desenvolver essas iniciativas é a proximidade com a Faculdade de Medicina (FM) da USP, em que professores da FM dão aulas na Poli. A área de saúde demanda inovações que só são possíveis reunindo conhecimentos e competências interdisciplinares. Uma convergência entre as Engenharias, Arquitetura e Design, elaborando projetos para resolver problemas do mundo real trazidos por colaboradores da Medicina”, afirma a professora Roseli de Deus Lopes, uma das docentes responsáveis pela disciplina optativa “Desenvolvimento de Soluções Médico-Hospitalares“. A disciplina, ativada em 2018, não tem pré-requisitos e pode ser cursada por alunos da Poli, da Faculdade de Medicina, do Instituto de Ciências Biológicas, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. São oferecidas, ao todo, 63 vagas no primeiro semestre de cada ano desde sua ativação.Roseli destaca que além da disciplina reunir professores de dois departamentos da Poli, de Engenharia de Produção e de Sistemas Eletrônicos, e da Faculdade de Medicina da USP, ela pode ser um passo para aqueles que querem empreender nesse ramo. “É um excelente começo para gerar soluções inovadoras na área saúde, porque há contato com desafios do mundo real trazidos por parceiros deste campo. Os alunos têm a oportunidade de criar e prototipar soluções médico-hospitalares, bem como abrir caminho para transformá-las em produtos inovadores.” Por exemplo, no decorrer do curso, os estudantes são preparados para desenvolver competências de trabalho em equipes interdisciplinares com métodos de BioDesign.No último ano de graduação na Poli, o aluno deve optar por uma especialidade, escolhendo entre cerca de 40 opções de módulos que correspondem a uma espécie de especialização, em que são cursadas disciplinas em dois semestres, voltados para uma área específica de atuação. Entre esses, a Poli oferece o módulo “Tópicos de Engenharia Biomédica”, com a atuação dos departamentos de engenharia de telecomunicações e controle, mecânica, mecatrônica e de sistemas eletrônicos.O módulo possui onze disciplinas, das quais os alunos devem escolher seis. São oferecidas anualmente 35 vagas, 15 para alunos da grande área de Elétrica, 15 para alunos da grande área de Mecânica e cinco para os demais cursos da Poli. Algumas disciplinas, individualmente, seguem as regras gerais da USP e podem receber alunos de outros cursos da universidade. O professor e coordenador do módulo Sérgio Furuie, do Departamento de Engenharia de Telecomunicações e Controle, explica que todos estes departamentos estão envolvidos para atender ao principal objetivo, que é oferecer a formação complementar e as ferramentas necessárias para o desenvolvimento da engenharia biomédica. “O caráter multidisciplinar é um grande destaque desse módulo, porque é uma aplicação abrangente, principalmente na área médica, apesar desta ser bastante vasta. Abordamos, por exemplo, a aplicação da engenharia eletroeletrônica, com docentes de biomecânica, processamento de sinais e imagens”, detalha o docente. Internacionalização em bioengenharia – A Poli e a Faculdade de Medicina firmaram, em maio de 2019, uma parceria com a Universidade do Minho, de Portugal, para desenvolver pesquisas em conjunto, em especial, com o Grupo Engenharia e Medicina Regenerativa. Confira a visita aqui. Fonte de imagens: Pixabay
“O nosso objetivo é levar a inteligência artificial a um novo patamar, mas visando um benefício para a sociedade”
“O nosso objetivo é levar a inteligência artificial a um novo patamar, mas visando um benefício para a sociedade” Uma matéria do site Computer World, abordou como irá funcionar o consórcio IBM e FAPESP dedicado à pesquisa em inteligência artificial, e que ficará sediado na USP.O professor da Poli, Fábio Cozman, que coordena o centro, ressaltou que o projeto não tem só componente tecnológico: “A inteligência artificial é uma área geral, que pode ser aplicada em diferentes setores e ela se beneficia de um substrato multidisciplinar muito importante. Ela tem impacto na saúde, economia, indústria 4.0. Então ter oportunidade de criar um centro que congrega várias pessoas te dá um potencial de grande impacto. O nosso objetivo aqui é levar a AI a um novo patamar, mas visando um benefício para a sociedade”.Leia matéria aqui.
Poli-USP levará a tecnologia para o carnaval paulistano
Poli-USP levará a tecnologia para o carnaval paulistano Pesquisadores da USP e acadêmicos da escola de samba Rosas de Ouro se uniram para levar a tecnologia para a avenida.O projeto, que é inédito, surgiu nas discussões entre pesquisadores do Grupo de Automação Elétrica em Sistemas Industriais (Gaesi), da Escola Politécnica (Poli), sobre a quarta revolução industrial e como ampliar e popularizar essa discussão no Brasil.“A questão era encontrar um veículo que pudesse disseminar essas ideias. Foi assim que, por meio de contatos com pesquisadores de outras universidades e empresas, chegamos à Rosas de Ouro. Agora temos a oportunidade de falar sobre o maior desafio da humanidade, na maior festa do planeta”, explicou o pós-doutorando e pesquisador do Gaesi, Elcio Brito.Leia matéria completa no link.
Estadão: Sem grandes inovações, novo iPhone busca reposicionar marca da Apple
11/9/2019 – Notícia do Estadão “Em ano de altos e baixos, após bater US$ 1 trilhão em valor de mercado e sofrer com baixas vendas de seu principal produto, empresa altera estratégia para deixar celular com ‘cara de mais barato’” “Mas há duas grandes evoluções nos novos iPhones. A principal delas é o processamento: o novo chip da empresa promete ser mais rápido que os rivais e, ao mesmo tempo, mais econômico em termos de consumo de bateria. “É uma questão tecnológica: se não há evolução de energia ou no tamanho da bateria, o smartphone precisa se tornar mais eficiente”, avalia Renato Franzin, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP)”. Leia matéria no link https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,sem-grandes-inovacoes-novo-iphone-busca-reposicionar-marca-da-apple,70003005250