Arquivo mensais:setembro 2022

Primeiro computador brasileiro faz 50 anos. Evento em celebração será em 22 de setembro

Projetado e construído por professores e alunos da Escola Politécnica da USP, o primeiro computador inteiramente brasileiro está completando 50 anos e terá uma programação de comemorações que começa neste mês e se estenderá até julho do ano que vem. A iniciativa é da FDTE – Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia, com o apoio da Poli. Batizado com o nome de Patinho Feio, o engenho pioneiro será o protagonista de um evento no próximo dia 22, no auditório do prédio da Administração da Poli, das 9h às 11h30. Com a participação do reitor Carlos Carloti Júnior, serão homenageados engenheiras e engenheiros, então professores e alunos da Escola, que atuaram na formatação do projeto e na construção do computador. Depois de homenageados, os construtores do Patinho Participarão de um talk show. Os presentes poderão fazer perguntas e também, ao final, tirar fotografias ao lodo do computador. A partir desse evento inaugural, o Patinho será exposto para visitação em dependências da Reitoria da USP, em unidades do Sesc e em outros locais públicos da cidade de São Paulo.

Programa Cidades e Soluções da GloboNews trará entrevista sobre água de reúso com professor da Poli, José Carlos Mierzwa

O professor José Carlos Mierzwa, do Departamento de Eng. Hidráulica e Ambiental da Poli, coordenador do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água – CIRRA e editor do livro “Reúso de Água Potável como Estratégia para a Escassez”, participa neste domingo, 11 de setembro, do programa Cidades e Soluções da GloboNews, às 21h, e fala sobre água de reúso. https://www.poli.usp.br/wp-content/uploads/2022/09/WhatsApp-Video-2022-09-09-at-12.02.23.mp4

Valor Econômico: “Lei de cotas: o que mudou e o que falta mudar nestes 10 anos”

Em reportagem do Jornal Valor Econômico, disponível no link, o professor Mauro Zilbovicius comenta o aumento da diversidade na Universidade promovido pela Lei de Cotas. “O aumento da diversidade nas salas de aula, destacam alguns acadêmicos, é outro efeito colateral positivo da lei. Mauro Zilbovicius, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP, a Poli, conta que participou de um processo de seleção de bolsas para cotistas no qual entrevistou 40 candidatos. Numa dessas conversas, um rapaz disse a Zilbovicius que trabalhava, mas teve de parar na pandemia. Dessa forma, teve tempo para se preparar para o vestibular pela internet. Para isso, porém, usou apenas material didático gratuito que encontrou na web. “Aí, perguntei com o que ele trabalhava. A resposta foi que era ajudante. Questionei que tipo de ajudante”, recorda Zilbovicius. Foi então que veio a surpresa. “Ele era ajudante de pedreiro e trabalhava com o pai. Por causa da crise sanitária, entrou na engenharia civil da Poli sozinho e trouxe para a faculdade uma visão do mundo das obras completamente diferente. Isso foi  enriquecedor para todos.”

Parceria estuda meios de ampliar preservação da biodiversidade em áreas de mineração

A busca pela sustentabilidade e preservação da biodiversidade é responsabilidade da legislação, mas também de forças-tarefas que incluem as iniciativas privadas. Neste contexto, a USP fechou uma parceria de cinco anos com a Alcoa para a revisão do Plano de Ações para Diversidade de Juruti, onde se localiza uma mina de bauxita, no oeste do estado do Pará. A parceria visa a estudar formas de mitigar a perda de biodiversidade e diminuir os impactos da intervenção tanto nas minas quanto ao redor delas. Alcançar a meta de Perda Líquida Zero – para cada área desmatada, deverá ser replantado o mesmo tanto. “Para que uma nova mina seja aberta, ou para minas que já operam possam continuar funcionando, é muito comum que seja necessário suprimir vegetação nativa ou algum outro tipo de intervenção que cause impactos sobre a biodiversidade”, explica o professor Luis Enrique Sanchez, titular do Departamento de Engenharia de Minas da Escola Politécnica da USP. Leia a matéria do Jornal da USP na íntegra.

Rock in Rio: laser de shows pode queimar a câmera do celular; saiba como proteger seu aparelho

Durante o show do DJ Alok, no Rock in Rio, que aconteceu no último sábado (3 de setembro), um fã afirmou que o laser do palco do artista queimou a câmera do seu celular durante a apresentação. Isso acontece porque o sensor de luminosidade dos aparelhos suportam um certo limite na captação de luz — foram projetados para situações em que a exposição é distribuída no ambiente. Assim, a concentração de luz que um laser projeta (o que é o raio que vemos nos shows) acaba sendo maior do que esses sensores podem aguentar. “(O dano) tem relação com o tipo de exposição e o tipo de sensor da câmera. Esse laser pode causar um efeito do comprimento de onda da luz que, se exposta diretamente ao celular, pode queimar o sensor ou estragar a lente”, explica Renato Franzin, especialista da Escola Politécnica (Poli) da USP. Leia a matéria do portal Terra na íntegra.

Centro Internacional de Referência em Reúso da Água (CIRRA) da USP concorre a premiação por contribuições na gestão da água na América Latina

Centro Internacional de Referência em Reúso da Água (CIRRA) da USP concorre a premiação por contribuições na gestão da água na América Latina O Centro Internacional de Referência em Reúso da Água (CIRRA), laboratório vinculado ao Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica (Poli) da USP, está concorrendo como Centro de Pesquisa na primeira edição de uma premiação promovida pela Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água, a ALADYR. A organização é a maior referência em termos de dessalinização, reúso e tratamento de água e efluentes da América Latina, e este ano está organizando a premiação com diversas categorias, entre elas a que o CIRRA está concorrendo. O processo de votação estará aberto de 8 a 23 de setembro, e a votação será de natureza mista: uma porcentagem dos votantes será ocupada por sócios da ALADYR e o outro percentual pertence aos não-sócios cadastrados no site da ALADYR. As inscrições para votação de não-sócios podem ser feitas no site. Os vencedores serão anunciados no dia 26 de outubro no quadro do Congresso Internacional ALADYR em Santiago, Chile. O evento tem o objetivo de reconhecer os projetos, líderes e empresas que se destacam através da gestão individual ou em grupo e agregam valor para o progresso de integração de tecnologias de tratamento de água e efluentes. O CIRRA é equipado com os mais avançados sistemas para tratamento de água e efluentes, incluindo os processos de separação por membrana e oxidação fotoquímica, destinados ao desenvolvimento de pesquisas e prestação de serviços para os setores públicos e privados na busca de soluções para os problemas relacionados à escassez de água e a poluição dos recursos hídricos. Laboratório do CIRRA. Foto: Marcos Santos/ USP Imagens

Grupo de extensão Concreto Poli se prepara para competições estudantis no Congresso Brasileiro do Concreto

Grupo de extensão Concreto Poli se prepara para competições estudantis no Congresso Brasileiro do Concreto Evento envolve diversas competições estudantis e serve de incentivo aos alunos que buscam desenvolver projetos na área de cimentícios O grupo de extensão Concreto Poli participa anualmente do Congresso Brasileiro do Concreto, organizado pelo IBRACON (Instituto Brasileiro do Concreto) para incentivar as atividades e motivar os integrantes. No evento, são sediadas algumas competições estudantis, entre elas a Concrebol (bola de concreto ultraleve), Cocar (concreto colorido de alta resistência) e Ousadia (obra civil arquitetônica), nas quais a Concreto Poli pretende concorrer. A última, Ousadia, conta também com a colaboração de alunos e professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. O grupo vem se preparando para o congresso de 2022, que ocorrerá entre os dias 11 e 14 de outubro. Desde a ocasião da primeira concretada do ano, realizada em junho, eles têm desenvolvido cada vez mais o processo de fabricação do concreto com o qual pretendem participar das competições, tendo realizado testes de compressão e flexão menos de um mês depois da produção dos corpos de prova na concretada. No momento atual, as amostras estão passando por diversas análises que determinarão quais os próximos passos para a otimização da dosagem e teores de superplastificantes e aditivos. A ideia é dar forma aos “filhos da concretada” e transformá-los em uma nova linha de objetos colecionáveis da Concreto Poli. O lançamento deve acontecer em breve, visto que o próximo passo do projeto é imprimir as formas em impressora 3D. Além das preparações para o evento da IBRACON, a Concreto Poli também segue trabalhando em alguns outros projetos. Entre eles estão uma nova linha de aulas preparatórias para novos membros e a produção da obra que será inscrita no concurso Ousadia, que tem recebido atenção especial por parte do grupo.  A primeira “concretada” do ano foi realizada no mês de junho, quando os alunos foram ao laboratório para fazer a dosagem de UHPC (Concreto de ultra alto desempenho) e microconcreto. “Concretada” foi um termo utilizado para divulgar a atividade de  dosagem, para que ela seja vista além de um exercício de graduação, como um  campeonato esportivo, para atrair mais atenção da comunidade acadêmica, explicam os membros da equipe. Anteriormente o grupo vinha “fazendo estudos mais teóricos de dosagens e verificação de teor ótimo de superplastificantes”, conta Josip Arrienti Erman, seu atual presidente. A Concreto Poli pode ser encontrada no Instagram e Facebook. Mas afinal, o que é a Concreto Poli e o que ela faz?A Concreto Poli é um grupo de extensão técnica dos alunos do curso de Engenharia Civil criado em 2017 com ajuda dos docentes da Universidade. Focado em desenvolver tecnologias em cimentícios, o grupo desfruta de uma parceria com a Laboratório de Microestruturas (LME), bolsa de contratos futuros e a termo detentora do maior mercado do mundo em contratos padronizados na área de metais básicos, ferrosos e preciosos. Os estudantes também recebem apoio de professores e alunos mestrandos do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica da USP.

Poli-USP recebe delegação da Polytechnique Montréal em apresentação sobre oportunidades de intercâmbio disponíveis para alunos da Poli

Poli-USP recebe delegação da Polytechnique Montréal em apresentação sobre oportunidades de intercâmbio disponíveis para alunos da Poli Na terça-feira, dia 6 de setembro, Maude Bourassa, representante da Polytechnique Montréal, uma das maiores universidades de engenharia do Canadá, fez uma apresentação com as oportunidades de intercâmbio, de estágio de pesquisa e de cotutela para os estudantes da Escola Politécnica (Poli) da USP.  Realizada das 14h às 15h no Auditório do Prédio da Administração, de maneira presencial, a apresentação foi destinada para alunos de graduação e pós-Graduação. O evento contou com a participação do professor e presidente da Comissão de Relações Internacionais (CRInt) da Poli, Márcio Lobo Netto, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos (PSI), que auxiliou na explicação dos processos e etapas que a USP utiliza para internacionalização de alunos da Universidade. A apresentação toda em português focou nas experiências que os alunos podem vivenciar ao estudar e/ou fazer pesquisa na cidade de Montréal e na Poly. Após a explanação do campus da faculdade, dos diversos cursos e competências que a universidade oferece e desenvolve, e das condições de vida e estudo que o Canadá promove, Bourassa respondeu a perguntas da plateia e a perguntas enviadas por meio da live, transmitida no canal do YouTube da Poli.  Confira a transmissão na íntegra no YouTube da Poli.

Poli-USP abre processo seletivo para contratação de professor doutor para o Departamento de Engenharia de Produção

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) abre inscrições, do dia 02/09/2022 (9h – horário de Brasília) a 31/10/2022 (17h – horário de Brasília), para o processo seletivo de contratação de Professor Doutor, referência MS-3, em Regime de Dedicação Integral à Docência e Pesquisa (RDIDP), junto ao Departamento de Engenharia de Produção (PRO) da Poli-USP, na área de conhecimento “Empreendedorismo, Finanças, Negócios e Economia”. Para mais informações, bem como as normas pertinentes ao concurso, encontram-se à disposição dos interessados no Serviço de Órgãos Colegiados e Concursos da Escola Politécnica da USP, localizado no Edifício Engenheiro Mario Covas Júnior (prédio da Administração da Poli-USP ou pelo e-mail: svorcc.poli@usp.br. Confira o edital em português e inglês: clique aqui.

Mobilidade urbana mais sustentável pode melhorar qualidade de vida, afirma professor da Poli

  O professor Flávio Vaz de Almeida,  coordenador do programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes da Poli, comenta em uma conversa com o Jornal da USP sobre experimentos com o uso de materiais para o asfaltamento de estradas e estudos sobre a permeabilidade do solo. “Fazemos pesquisa na área de ITS, que é um sistema de inteligência de transportes, que é otimização semafórica, otimização do fluxo de pessoas em terminais, tecnologia aplicada às vias, no sentido de otimizar o fluxo de veículos”, conta o professor. Na entrevista, também explica alguns dos outros focos de pesquisa do programa e como eles podem interferir positivamente no dia-a-dia da vida na cidade. A entrevista realizada no Jornal da USP no Ar O bate-papo está disponível na íntegra no portal do Jornal da USP.