Arquivo mensais:setembro 2023

IPEN e CNEN oferecem cursos gratuitos com professores da Universidade de Pesquisa Nuclear de Moscow com inscrições até o próximo dia 22 de setembro 

Na semana de 23 a 26 de outubro, as aulas, na modalidade híbrida, contarão com a presença dos professores no IPEN. No mesmo período, também acontecerá o evento “Hackathon”, com os tradicionais prêmios da Rosatom  A Comissão de Pós-graduação em Tecnologia Nuclear do IPEN, unidade de Pós-Graduação da USP, abriu as inscrições até a próxima sexta-feira, 22 de setembro, às 12h, para quatro cursos gratuitos, ministrados por professores russos do MEPHi (acrônimo do inglês Moscow Engineering Physics Institute), vinculado à Universidade Nacional de Pesquisa Nuclear de Moscou. As aulas começarão no dia 18, com duração de seis semanas, em modalidade on-line e híbrida. Embora o público alvo sejam alunos de pós-graduação e pós-doutorados, os cursos também possibilitam a participação de alunos especiais e estudantes de graduação da USP, servidores, técnicos, pesquisadores, docentes dos dois programas de Pós-Graduação do IPEN, da CNEN e interessados nas áreas de Física Nuclear, Segurança Nuclear e Cálculo de Nêutron-Físicos para instalações nucleares de potência. O número máximo de alunos regulares por curso é 20. As aulas serão ministradas em inglês. As disciplinas oferecidas serão: Biologia da Radiação, ministrada pelo professor Udalova Alla Aleksandrovna; Questões práticas de segurança de Usinas Nucleares e Reatores de Pesquisa”; professor Dimitri Samokhin; “Tecnologias Nucleares”, professor Aleksandr Nakhabov; e “Características de Projeto do Reator Nuclear de Pesquisa, professor Roman Fomin.   A modalidade híbrida acontecerá na semana de 30 de outubro a 3 de novembro (devido ao feriado do dia 2), quando os professores russos estarão presencialmente no IPEN/CNEN, em São Paulo – para alunos que moram em outros estados, as aulas serão on-line. Durante esta semana, acontecerá também o evento “Hackatom”, organizado pelos docentes russos com os tradicionais prêmios da agência financiadora Rosatom – na última edição os vencedores ganharam tablets e viagem para a Rússia. Confira outras informações no site do IPEN.

Inscrições abertas para a XII Semana Acadêmica de Engenharia de Produção

Entre os dias 25 e 29 de setembro, o Centro Acadêmico de Engenharia de Produção (CAEP), organização de alunos da Escola Politécnica (Poli) da USP, realizará a 12ª edição da Semana Acadêmica de Engenharia de Produção. O evento é aberto para toda a comunidade USP e tem o objetivo de promover o contato dos alunos com os representantes das mais relevantes corporações e das mais diversas áreas do mercado de trabalho. Visa também apresentar as principais habilidades e atitudes necessárias à vida profissional, relatando perspectivas daqueles que já se consolidaram profissionalmente e também trazendo à universidade as mais importantes empresas que compõem o horizonte de um profissional de sucesso. Este ano haverão palestras presenciais e online, sendo algumas das atividades:  Abertura presencial com o Vice – Presidente da 3M Curso online da BTC Palestra da La Vita Palestra da AmBev Palestra da BCG Visita ao escritório da Bain & Company Duas palestras proporcionadas pelo Departamento de Engenharia de Produção PRO Poli-USP, sobre Excelência Operacional e Inovação Encerramento presencial com a Claro Haverá distribuição brindes, sorteios e coffee break ao final de cada atividade presencial. Faça a inscrição em: https://estudante.startcarreiras.com/eventos/354 E confira o cronograma das atividades em: https://www.canva.com/design/DAFujtpetHI/5-AS3fN8T4yOuMuNFnGDaw/watch

Egressos e professores da USP debatem sobre atuação de pós-graduados no mercado de trabalho em evento

Com um ensino voltado para a formação de profissionais qualificados para atuar nos diversos setores da sociedade, os alunos egressos levam consigo conhecimentos científicos e habilidades para resolver problemas complexos, realizar e desenvolver novas ideias. Colocando o tema em pauta, o “Alumni Talks – pesquisadores para além da academia”  será um evento para discutir a inserção de doutores egressos da USP no mercado de trabalho para além da carreira acadêmica. Nele, destacados egressos discorrerão sobre as suas trajetórias profissionais, absorção de pesquisadores pelo mercado de trabalho e suas contribuições para a sociedade a partir da formação recebida na USP.   O Alumni USP Talks é promovido pela Reitoria da USP e organizado pelo Escritório Alumni USP, e será realizado no dia 4 de outubro de 2023, das 16h às 18h, no Auditório Francisco Romeu Landi, do Prédio Eng. Mário Covas Júnior da Escola Politécnica da USP, na Cidade Universitária, no Butantã, em São Paulo. A retirada dos ingressos deve ser realizada pela página do evento no Sympla, disponível neste link.  Confira a programação do evento.  

USP, Unesp e Unicamp lançam edital em conjunto para projetos de cultura e extensão universitária. Inscrições terminam em 24 de setembro

Com informações do Jornal da USP  -Redação: Ingrid Gonzaga  -Arte: Carolina Borin O objetivo é incentivar a integração de ações extensionistas e de cultura das universidades estaduais paulistas. As propostas podem ser submetidas até o dia 24 de setembro Um edital conjunto lançado pela USP, Unesp e Unicamp apoiará financeiramente projetos de cultura e extensão universitária que tenham a participação de membros das três universidades paulistas. O período de submissão dos projetos vai até 24 de setembro e a lista dos selecionados será divulgada no final de outubro.  Ao todo, serão investidos R$ 1 milhão nos projetos, sendo o valor máximo para cada proposta de R$ 100 mil. Os recursos poderão ser utilizados para a contratação de serviços, diárias e aquisição de material. As propostas devem integrar docentes, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação das três instituições, envolver ativamente a comunidade externa e diferenciar-se de outros formatos de ações extensionistas, como cursos e oficinas — que não devem ser considerados como projetos em si, mas ações que compõem as atividades do projeto. As propostas devem também valorizar a transdisciplinaridade e a interdisciplinaridade. “Aquela universidade que apenas ‘divulgava conhecimentos científicos’ já está ultrapassada. Hoje, é o contato com a sociedade que mostra à universidade o que ela tem de fazer para promover bem-estar, estando continuamente atenta para ouvir as demandas da população, de modo a procurar atendê-las, apresentando soluções para os problemas que surgem a cada tempo. Assim foi na época da pandemia, quando as universidades, mundo afora, produziram vacinas, respiradores e tantos outros produtos para minorar o sofrimento público”, explica a pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária da USP, Marli Quadros Leite. As atividades de cultura e extensão são meios pelos quais a Universidade se relaciona com a sociedade e têm a função de difundir o conhecimento produzido pelas instituições de ensino superior, orientando seu público-alvo e contribuindo para a formação humanística e científica da comunidade externa, a quem as universidades prestam serviços. Como ressalta o pró-reitor de Extensão e Cultura da Unicamp, Fernando Antonio Santos Coelho, “a ação é mais uma entre as várias que USP, Unesp e Unicamp têm feito em busca de estreitar as relações entre as instituições. O Provão Paulista, vestibular seriado voltado para estudantes da rede estadual de ensino, é uma dessas iniciativas. O lançamento de um edital conjunto entre as três universidades é inédito e marca uma nova etapa de interação entre elas, potencializando todas as ações realizadas em conjunto”. O pró-reitor de Extensão Universitária e Cultura da Unesp, Raul Borges Guimarães, esclareceu alguns pontos do programa: “Cada universidade vai aportar um terço do recurso total estipulado no edital, que é de até um milhão de reais, o que dá em torno de trezentos e trinta e três mil reais para cada uma. Em cada projeto, necessariamente, você tem que ter membros das três universidades. A ideia é selecionar dez projetos, e cada projeto vai receber até cem mil reais. Nós vamos estimular projetos que tenham um grande impacto no Estado de São Paulo, que sejam transformadores e que favoreçam o letramento científico da juventude, assim como as manifestações artísticas e culturais”. O edital na íntegra, com mais informações, pode ser acessado por meio deste link. As inscrições devem ser feitas por meio do Sistema Apolo, da Universidade de São Paulo. *Estagiária sob supervisão de Erika Yamamoto **Estagiária sob supervisão de Moisés Dorado  

FIV 2024: Professores da Poli organizam conferência internacional no Brasil sobre “Fluid-Structures Interaction, Fluid-Sound Interactions, Flow-Induced Vibration, and Noise”

FIV 2024: Professores da Poli organizam conferência internacional no Brasil sobre “Fluid-Structures Interaction, Fluid-Sound Interactions, Flow-Induced Vibration, and Noise” 18/09/2023 O simpósio será organizado entre os dias 2 e 5 de julho de 2024, em Foz do Iguaçu. Esta série teve início na década de 1980, e está sendo realizada fora dos EUA e Canadá pela primeira vez. Os professores Gustavo Assi (Chairman) e Celso Pesce, do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da USP, fazem parte do comitê organizador juntamente com os professores Sergio Möller (UFRGS) e André Fujarra (UFSC).O evento, que conta com o apoio da ABCM, reunirá 200 pesquisadores da indústria e academia para discutir tópicos de vibração e ruído induzidos pelo escoamento. A submissão de abstracts será aberta em outubro. Visite fiv2024.com para os detalhes do evento. AnteriorAnteriorEdital Green Sampa para negócios inovadores que utilizam tecnologia para soluções temáticas verdes é prorrogado PróximoUSP, Unesp e Unicamp lançam edital em conjunto para projetos de cultura e extensão universitária. Inscrições terminam em 24 de setembroPróximo Acompanhe a Poli nas redes sociais! Facebook Twitter Youtube Instagram Flickr Linkedin

Pesquisadores chegam à fórmula do primeiro melaço sintético com composição totalmente reproduzível

Ricardo Muniz | Agência FAPESP – Melaços naturais têm composições variáveis e que não são inteiramente conhecidas, o que é um empecilho não só para a pesquisa científica como também para a indústria, pois são utilizados em vários processos. Um deles é a produção de etanol, sendo o meio de cultivo da levedura Saccharomyces cerevisiae para a fermentação. Um grupo de cientistas brasileiros e europeus conseguiu formular um melaço sintético com composição inteiramente conhecida e, assim, passível de ser reproduzido. A pesquisa recebeu financiamento da FAPESP (projetos 18/17172-2, 21/13701-3, 19/08393-8 e 15/50684-9) e foi publicada na revista Scientific Reports. “O objetivo principal era encontrar uma fórmula que permitisse cultivar leveduras com comportamento o mais próximo possível daquele observado quando a mesma levedura é cultivada num melaço industrial real”, explica Thiago Basso, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e orientador de Kevy Eliodório e Gabriel Cunha, outros autores envolvidos na publicação. A ideia era levar ao laboratório o processo industrial de produção de etanol, reproduzindo as características do melaço de cana como meio de cultura da levedura de forma que todos os componentes e quantidades pudessem ser determinados. O melaço, ressaltam, é um meio de cultura complexo e com alta variabilidade composicional. “O melaço sintético que obtivemos, padronizado, permite que pesquisadores em diversas partes do mundo possam testá-lo como meio de cultura para os microrganismos que estejam estudando. Além disso, resultados obtidos em diferentes laboratórios serão mais facilmente comparados uns aos outros, um aspecto importante para a ciência”, diz Eliodório. Ele exemplifica citando que a formulação foi testada na Alemanha, no Helmholtz Centre for Environmental Research, durante estágio no exterior feito durante seu doutorado. Além da vantagem logística de que centros de pesquisa em qualquer parte do mundo usem essa formulação no desenvolvimento de bioprocessos, o meio de cultura laboratorial permite o estudo da influência de cada componente, por meio do ajuste da concentração de cada um, separadamente. “Essa é uma vantagem obtida neste trabalho. A possibilidade de ajuste dos componentes pode, entre outras coisas, permitir o estudo do efeito causado por inibidores de crescimento e por diferentes componentes nutricionais, além de abrir portas para uma análise de fluxos metabólicos quantitativa, entre outras coisas”, destaca Basso. A metodologia aplicada teve como base uma junção entre dados reportados na literatura e trabalhos anteriores de Basso, que já havia obtido a formulação de um melaço sintético, mas sem que sua composição estivesse 100% definida devido à presença da substância peptona, cuja composição não é totalmente controlável nem inteiramente conhecida. Usando os dados de amostras reais, literatura e a composição prévia, ajustes sistemáticos foram feitos. “Cada novo ajuste era avaliado por meio de testes de crescimento de levedura, até que chegamos a uma composição que levou a um comportamento da levedura semelhante ao observado em melaços reais”, explica Eliodório. Elementos analisados separadamente Todos os componentes foram divididos em grupos nutricionais específicos (sais, ácidos orgânicos, vitaminas, elementos-traço, açúcares e outros) e analisados separadamente. Nessa etapa, a pesquisa buscou não só desenvolver uma composição, mas também apresentar uma caracterização daquilo que mais influenciava o comportamento das leveduras. O melaço natural contém grandes quantidades de açúcares fermentáveis e outros nutrientes. Vários compostos, incluindo fatores de crescimento, macro e micronutrientes, variam dependendo do tipo de cana, solo, clima e condições de processamento. Além disso, alguns compostos gerados durante o processamento da cana podem inibir o desempenho da levedura, afetando a produção de etanol. A etapa de validação mostrou resultados muito satisfatórios. “Adicionalmente, nós também demonstramos que um meio de cultivo clássico utilizado para leveduras (YPS, extrato de levedura, peptona e sacarose) não permite tal comparação fisiológica, por gerar valores distintos nessas características. Dessa forma, nosso meio consegue mimetizar os melaços reais de uma maneira muito apropriada, apresentando vantagens interessantes no dia a dia de trabalho e também na pesquisa científica”, exalta Basso. O resultado da pesquisa traz flexibilidade para o preparo do melaço sintético por permitir o ajuste das proporções dos diferentes grupos nutricionais, até porque um dos pontos que intrigavam o grupo era a influência do nitrogênio na fermentação. “Diz-se que a baixa concentração desse elemento faz com que a produção de etanol seja mais elevada. Foi mostrado nesses experimentos com concentrações ajustadas que, de fato, isso acontece”, apontam os pesquisadores. “Acreditamos que o melaço sintético desenvolvido nesse trabalho abrirá caminho para que pesquisadores em diversas partes do mundo possam desenvolver novos bioprocessos baseados no uso do melaço de cana-de-açúcar, uma das matérias-primas mais importantes na biotecnologia industrial”, completa Basso. A pesquisa também contou com Reinaldo Giudici, professor da Poli-USP, e Andreas Gombert, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe europeia foi composta por Morten Sommer, professor da Technical University of Denmark, e Felipe Lino, cofundador da startup Nosh.bio GmbH. O artigo Physiology of Saccharomyces cerevisiae during growth on industrial sugar cane molasses can be reproduced in a tailor-made defined synthetic medium pode ser lido em: www.nature.com/articles/s41598-023-37618-8.

Conheça o Programa de Pré-Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental em evento no dia 21 de setembro de 2023

Conheça as oportunidades no evento que apresentará o Programa. As inscrições serão realizadas de 25 a 29 de setembro via e-mail posgradcivil@usp.br. Quer entrar no PPMEC em 2024? Saiba como Quando: 21 de setembro de 2023 Hora: 11h30 Onde: S-28 (Ed. Eng Civil) Inscrições: 25 a 29 de setembro via e-mail posgradcivil@usp.br Consulte o edital em Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil – PPGEC.  

De TCC à patente: Conheça a história de um trabalho de conclusão de curso de aluno da Poli-USP que foi patenteada

/*! elementor – v3.16.0 – 13-09-2023 */ .elementor-heading-title{padding:0;margin:0;line-height:1}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title[class*=elementor-size-]>a{color:inherit;font-size:inherit;line-height:inherit}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-small{font-size:15px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-medium{font-size:19px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-large{font-size:29px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xl{font-size:39px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xxl{font-size:59px}De TCC à patente: Conheça a história de um trabalho de conclusão de curso de aluno da Poli-USP que foi patenteada 14/09/2023 Luana Takahashi /*! elementor – v3.16.0 – 13-09-2023 */ .elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-stacked .elementor-drop-cap{background-color:#69727d;color:#fff}.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-framed .elementor-drop-cap{color:#69727d;border:3px solid;background-color:transparent}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap{margin-top:8px}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap-letter{width:1em;height:1em}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap{float:left;text-align:center;line-height:1;font-size:50px}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap-letter{display:inline-block} Ex-estudante da Poli, junto com professores, cria um sistema de circulação de ar em ambiente fechado e conquista patente ‘’Como aluno, a gente não sabe muito que existe essa possibilidade de ter o seu projeto patenteado, parece uma coisa muito distante’’, comenta Mário Sérgio Saraiva Cabral, engenheiro formado pela Poli e estudante de medicina.  Desde o início de sua graduação em Engenharia Mecânica na Escola Politécnica da USP, Mário viu a Universidade como um lugar de oportunidades. Foi assim que decidiu fazer Iniciação Científica logo no segundo ano do curso, o que foi o início para seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e, posteriormente, a consolidação de sua invenção. Em agosto de 2022, uma carta de patente referente à invenção realizada foi expedida pelo Ministério da Economia do Governo, que garante aos inventores o direito de propriedade em todo território nacional.  O estudante, os professores Paulo Kaminski e Renato Vizioli criaram um sistema de circulação de ar em ambiente fechado, trazendo mais uma patente à Escola. Atualmente, a Poli é a unidade da USP com mais patentes.  /*! elementor – v3.16.0 – 13-09-2023 */ .elementor-widget-image{text-align:center}.elementor-widget-image a{display:inline-block}.elementor-widget-image a img[src$=”.svg”]{width:48px}.elementor-widget-image img{vertical-align:middle;display:inline-block}  ‘’Naquela época [logo quando entrei], eu não tinha tanto essa visão de inovação e ela surgiu realmente com o professor Kaminski, fazendo iniciação científica”. Mário conta que, durante a IC, expandiu seus horizontes para além da engenharia brasileira apenas de reprodução, ou seja, que importa o que é produzido em outros países e inova pouco internamente. O professor Paulo Kaminski, do Departamento de Engenharia Mecânica da Poli, tem ao todo quatro patentes, e foi peça chave na motivação do trabalho do aluno na época.  Após se graduar, o recém-formado percebeu que gostaria de aplicar os conhecimentos técnicos de engenharia na área de medicina e saúde. Hoje, Mário está prestes a se tornar médico e foi até tema de matéria do G1 ao ficar em primeiro lugar no vestibular da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein. Com a ousada decisão de transição de carreira, seu anseio é alinhar dois campos importantes: a Engenharia e a Medicina.  Método diferenciado Para desenvolver o sistema de ar em ambiente fechado, os três inventores utilizaram a abordagem do Design Thinking, temática que faz parte do doutorado do professor Renato Vizioli, do Programa de Educação Continuada (PECE) da Poli-USP. O docente explica que o Design Thinking é um método que pode ser aplicado em qualquer área.  Surgiu inicialmente no Design e, ao longo do tempo, outros campos foram incorporando. Trata-se de uma abordagem que inicialmente tenta estudar, entender e definir o problema. Depois disso, busca-se gerar inúmeras soluções com caminhos criativos, e chegar na melhor solução para a problemática. O problema identificado por eles foi a circulação de ar em ambiente fechado, e o TCC do Mario realizou uma pesquisa com um grupo de pessoas para entender o que elas compreendiam por conforto térmico e de ar. A partir disso, foram levantadas diversas possíveis soluções, até chegar no modelo final apresentado e patenteado. A invenção funciona de forma contrária ao fenômeno de convecção térmica natural, ou seja, capta o ar mais frio da base de instalação, o solo, e redireciona para o topo, proporcionando um refrescamento. Os inventores agora pensam na possibilidade da patente ser vendida para a indústria, de forma que o produto seja replicável, o que requer um profundo estudo de mercado.   Patentes e proteção à propriedade intelectualDe acordo com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial, a patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, concedido pelo Estado aos autores.  ‘’Com a patente impedimos a concorrência desleal, ou seja, que um terceiro use indevidamente a invenção por um preço muito inferior, justamente por não ter feito investimentos como o inventor”, pontua Maria Aparecida de Souza, chefe técnica do setor de Propriedade Intelectual da Agência USP de Inovação (AUSPIN). A AUSPIN é o núcleo de inovação tecnológica da Universidade de São Paulo responsável por gerir a política de inovação, a fim de promover a utilização do conhecimento produzido na USP em prol do desenvolvimento socioeconômico sustentável do País. A Agência oferece apoio aos docentes, alunos e funcionários, efetuando todos os procedimentos necessários para o registro de patentes, marcas, softwares, dentre outras modalidades de propriedade intelectual. A patente de Mário e dos dois professores foi concretizada com o auxílio da AUSPIN, que trabalhou em cada etapa. A advogada que trabalha na Agência, Nataly Sales Robeldo, acrescenta que as invenções colocam o Brasil em um patamar de maior competitividade e atratividade no âmbito internacional. ‘’Com as patentes, também há a possibilidade de gerar recursos para incentivar novas pesquisas dentro da Universidade, alimentando um ciclo de tecnologia e inovação’’, esclarece Maria Aparecida, ‘’além de ser uma forma de divulgar o trabalho de nossos pesquisadores’’. Para ter uma patente, a invenção precisa atender à Lei de Propriedade Industrial, em que os requisitos são de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial.  A patente também traz a possibilidade dos inventores licenciarem para uma empresa produzir e vender no mercado.A chefe técnica finaliza dizendo que não basta a USP ser uma das maiores depositoras de patentes no cenário nacional, é preciso pensar em como levar as novas tecnologias para a sociedade, de forma que a beneficie.  O professor Vizioli destaca a responsabilidade dos professores e da AUSPIN de disseminar a cultura de inovação na Universidade,‘’pois o que não falta são estudantes com capacidade de inovar’’. Propriedades intelectuais da USP e da Poli em números – Dados obtidos da Agência de Inovação da USP (AUSPIN) AnteriorAnteriorPesquisadores e especialistas apresentam caminhos para otimizar saúde e bem-estar em evento sobre Saúde Planetária, área de estudos transdisciplinar e orientada a soluções PróximoAlunos podem realizar trancamento de disciplinas para 2° semestre até o próximo dia 15 de setembroPróximo Acompanhe a Poli nas redes sociais! /*! elementor – v3.16.0 – 13-09-2023 */ .elementor-widget-social-icons.elementor-grid-0 .elementor-widget-container,.elementor-widget-social-icons.elementor-grid-mobile-0 .elementor-widget-container,.elementor-widget-social-icons.elementor-grid-tablet-0 .elementor-widget-container{line-height:1;font-size:0}.elementor-widget-social-icons:not(.elementor-grid-0):not(.elementor-grid-tablet-0):not(.elementor-grid-mobile-0) .elementor-grid{display:inline-grid}.elementor-widget-social-icons .elementor-grid{grid-column-gap:var(–grid-column-gap,5px);grid-row-gap:var(–grid-row-gap,5px);grid-template-columns:var(–grid-template-columns);justify-content:var(–justify-content,center);justify-items:var(–justify-content,center)}.elementor-icon.elementor-social-icon{font-size:var(–icon-size,25px);line-height:var(–icon-size,25px);width:calc(var(–icon-size, 25px) + (2 * var(–icon-padding, .5em)));height:calc(var(–icon-size, 25px) + (2 * var(–icon-padding, .5em)))}.elementor-social-icon{–e-social-icon-icon-color:#fff;display:inline-flex;background-color:#69727d;align-items:center;justify-content:center;text-align:center;cursor:pointer}.elementor-social-icon i{color:var(–e-social-icon-icon-color)}.elementor-social-icon 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Pesquisadores e especialistas apresentam caminhos para otimizar saúde e bem-estar em evento sobre Saúde Planetária, área de estudos transdisciplinar e orientada a soluções

Pesquisadores e especialistas apresentam caminhos para otimizar saúde e bem-estar em evento sobre Saúde Planetária, área de estudos transdisciplinar e orientada a soluções 14/09/2023 Yasmin Araújo /*! elementor – v3.16.0 – 13-09-2023 */ .elementor-widget-video .elementor-widget-container{overflow:hidden;transform:translateZ(0)}.elementor-widget-video .elementor-wrapper{aspect-ratio:var(–video-aspect-ratio)}.elementor-widget-video .elementor-wrapper iframe,.elementor-widget-video .elementor-wrapper video{height:100%;width:100%;display:flex;border:none;background-color:#000}@supports not (aspect-ratio:1/1){.elementor-widget-video .elementor-wrapper{position:relative;overflow:hidden;height:0;padding-bottom:calc(100% / var(–video-aspect-ratio))}.elementor-widget-video .elementor-wrapper iframe,.elementor-widget-video .elementor-wrapper video{position:absolute;top:0;right:0;bottom:0;left:0}}.elementor-widget-video .elementor-open-inline .elementor-custom-embed-image-overlay{position:absolute;top:0;right:0;bottom:0;left:0;background-size:cover;background-position:50%}.elementor-widget-video .elementor-custom-embed-image-overlay{cursor:pointer;text-align:center}.elementor-widget-video .elementor-custom-embed-image-overlay:hover .elementor-custom-embed-play i{opacity:1}.elementor-widget-video .elementor-custom-embed-image-overlay img{display:block;width:100%;aspect-ratio:var(–video-aspect-ratio);-o-object-fit:cover;object-fit:cover;-o-object-position:center center;object-position:center center}@supports not (aspect-ratio:1/1){.elementor-widget-video .elementor-custom-embed-image-overlay{position:relative;overflow:hidden;height:0;padding-bottom:calc(100% / var(–video-aspect-ratio))}.elementor-widget-video .elementor-custom-embed-image-overlay img{position:absolute;top:0;right:0;bottom:0;left:0}}.elementor-widget-video .e-hosted-video .elementor-video{-o-object-fit:cover;object-fit:cover}.e-con-inner>.elementor-widget-video,.e-con>.elementor-widget-video{width:var(–container-widget-width);–flex-grow:var(–container-widget-flex-grow)} Na próxima sexta-feira, dia 15 de setembro, acontecerá uma live com objetivo de divulgar a Declaração de São Paulo e explorar a conexão dos trabalhos dos GTIs do Saúde Planetária Brasil com a Declaração.“A Declaração de São Paulo representa a primeira vez em que a comunidade global de Saúde Planetária se une para discutir meios de alcançar a chamada “grande transição”: uma transformação para otimizar a saúde e o bem-estar de todas as pessoas do planeta”, detalham. De acordo com dados dos organizadores, a declaração possui 260 signatários de 47 diferentes países, e é resultado de debates ocorridos durante a Conferência Anual de Saúde Planetária em 2021, que reuniu, virtualmente, 5 mil pessoas de 130 países, em abril. A conferência, que foi sediada na USP, foi fruto de uma parceria com a Aliança de Saúde Planetária (PHA).Este evento integra o Programa de Embaixadores de Saúde Planetária 2023. O objetivo da apresentação é divulgar a Declaração de São Paulo e de sua conexão com os trabalhos sendo desenvolvidos pelos Grupos de Trabalho Interdisciplinares (GTIs) do Saúde Planetária Brasil: Sistemas Alimentares; Ciência Cidadã; Comunicação; Engenharias; Educação; Mudanças Climáticas e Saúde; e Envelhecimento Sustentável, além da iniciativa Lancet Countdown Brasil, que também será apresentada.Do evento, que teve participação do IEA- USP, participarão professores da Escola Politécnica e outros convidados. Confira a lista completa e outras informações no site do IEA-USP.A live poderá ser acessada pelo canal do Saúde Planetária. AnteriorAnteriorPolytechnique Montréal realiza palestra sobre intercâmbios Acompanhe a Poli nas redes sociais! Facebook Twitter Youtube Instagram Flickr Linkedin