Arquivo mensais:junho 2024

SciBiz, conferência de conexão entre ciência e negócios da América Latina, acontece entre os dias 17 e 21 de junho

A SciBiz, uma conferência de conexão entre ciência e negócios da América Latina, acontecerá entre os dias 17 e 21 de junho no Inova USP e no CDI. Confira a programação:  17/06 – Missão 1 – Segunda-feira Cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais para a segurança alimentar, nutricional e energética 18/06 – Missão 2 – Terça-feira Complexo econômico industrial da saúde resiliente para reduzir as vulnerabilidades do SUS e ampliar o acesso à saúde 19/06 – Missão 3 – Quarta-feira Infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis para a integração produtiva e bem-estar nas cidades 20/06 – Missões 4 e 6 – Quinta-feira Transformação digital da indústria para ampliar a produtividade & Tecnologias de interesse para a soberania e a defesa nacionais 21/06 – Missão 5 – Sexta-feira Bioeconomia, descarbonização, transição e segurança energéticas para garantir os recursos para as futuras gerações Para outras informações e inscrições, acesse site aqui.

Ciclo Diversidades: CoPAF-USP promove rodas de conversa para promover uma cultura inclusiva na Universidade

A Comissão Permanente de Políticas Afirmativas do Programa de Pós-Graduação em Ecologia (CoPAF-USP) irá realizar, no próximo dia 20 de junho, das 15h às 17h30, a primeira roda de conversa de uma série de eventos mensais para promover uma cultura inclusiva na Universidade. O objetivo é construir uma conversa a partir de múltiplas perspectivas para explorar avanços na qualidade da vivência de todos na Universidade e oferecer reflexões sobre como a Universidade pode se aprimorar para que seja um ambiente (mais) saudável e inclusivo em suas diversas esferas (de trabalho, de pesquisa, de estudo e de extensão). O evento será sediado na Sala de Anatomia, Centro Didático do IB USP.  A primeira roda de conversa está sendo organizada em parceria com o Coletivo Bitita e conta com o apoio da Comissão de Pós-Graduação do IB, e do Centro Acadêmico de Biologia USP – Sociedade Paulista de História Natural. A discussão que irá abrir as rodas será: ‘Inclusão de Pessoas Negras na Universidade – Lições do Passado, Estratégias para o Futuro’. Para continuar a troca de ideias, após a roda acontecerá a aula Dança Afrobrasileira com o título “Matriarcado e Oralidade nas Danças Negras” ministrada pela coreógrafa Jô Gomes .  Convidados Especiais: ↻ Teresa Cristina Teles (Diversitas USP; Comissão de Heteroidentificação da PRIP; DRH/USP) | Servidora pública, funcionária da USP, pesquisadora e coordenadora executiva do Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Diversitas. ↻ Danielle Rosa Beserra (Coligação de Coletivos Negros USP) | Discente de pós-graduação e integrante da Coligação de Coletivos Negros da USP ↻ Rogério Siqueira (EACH) | Docente da Escola de Artes, Ciências e Humanidades e atual diretor da divisão de Mulheres Relações Étnico-Raciais e Diversidades da PRIP  

Congregação da Escola Politécnica da USP aprova indicação de João Antonio Zuffo como professor emérito

No dia 20 de junho de 2024, a Congregação da Escola Politécnica (Poli) da USP concede, em sessão solene, o título de professor emérito ao docente João Antonio Zuffo. Sua indicação foi aprovada em 28 de março, após indicação do Conselho do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos. A solenidade será realizada a partir das 18h, no Auditório Prof. Francisco Romeu Landi, no Edifício Engenheiro Mário Covas Júnior, da Escola Politécnica da USP. As inscrições para o evento podem ser realizadas por meio deste formulário. “Ao indicá-lo para receber o título de Professor Emérito, a Escola Politécnica presta uma belíssima e merecida homenagem à carreira e a obra do professor João Antonio Zuffo, pelas suas contribuições como professor, pesquisador e realizador”, destaca a diretoria da Poli. De acordo com o Estatuto da USP, “a Universidade e as Unidades poderão conceder o título de Professor Emérito a seus professores aposentados que se hajam distinguido por atividades didáticas e de pesquisa ou contribuído, de modo notável, para o progresso da Universidade”. O professor João Antonio Martino defendeu a indicação do Departamento perante a Congregação. Após apresentar a trajetória do engenheiro eletricista que criou o primeiro circuito integrado do País, publicou mais de 200 artigos científicos em periódicos internacionais e nacionais, coordenou e participou de mais de 90 projetos de pesquisa na área de microeletrônica, além de ter fundado centros de pesquisa relevantes como o Laboratório de Microeletrônica e o Laboratório de Sistemas Integráveis, Martino concluiu que João Antonio Zuffo levou os resultados de seu trabalho na Escola para a sociedade, reunindo assim as características requeridas para se tornar um professor emérito. Ainda durante a reunião da Congregação que aprovou a indicação, Antonio Carlos Seabra, professor titular da Poli, cujo orientador de mestrado foi João Antonio Zuffo, teve seu relato apresentado. “Ainda como aluno de graduação, me possibilitou participar de projetos em microeletrônica. Acho que as conquistas pessoais do professor Zuffo, um visionário que desbravou novas frentes de pesquisa, e um apaixonado que contagiou muitos jovens, já faz parte da história da nossa Escola. Ter quatro de seus alunos como professores titulares desta Escola é um indício inequívoco de seu talento”.  Confira a reportagem e entrevista “João Antônio Zuffo: Da eletricidade para o mundo digital. Primeiro a produzir um chip no Brasil, engenheiro eletricista participou ativamente de vários projetos nos primórdios da computação no país”, publicada pela Revista Fapesp em março de 2017. Serviço Sessão Solene da Congregação para Outorga de Título de Professor Emérito ao Professor João Antônio Zuffo Data e horário: 20 de junho de 2024, às 18h. Local: Auditório Prof. Francisco Romeu Landi Edifício Mário Covas Júnior Avenida Prof. Luciano Gualberto, Travessa do Politécnico, número 380. Cidade Universitária – Butantã, São Paulo – SP Confirmação de presença: clique aqui.

USP, IPT, Shell Brasil e Fapesp criam Centro de Pesquisa voltado para estudar o futuro da indústria offshore

O Centro de Inovação em Tecnologia Offshore (OTIC) reúne competências para desenvolver tecnologias que permitirão a operação da indústria de óleo e gás cada vez mais sustentável, eficiente e segura Em cerimônia, nesta tarde (12 de junho), a Universidade de São Paulo – USP, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Shell Brasil realizaram o lançamento do novo Centro de Inovação em Tecnologia Offshore (OTIC, Offshore Technology Innovation Centre). Com investimento total de R$ 163 milhões ao longo de 5 anos – em recursos financeiros e não financeiros – o Centro terá como missão contribuir para o futuro da indústria offshore, com a geração de conhecimentos para viabilizar a exploração sustentável e eficiente de recursos do oceano, num contexto de transição energética e transformação digital no mundo.  O evento de inauguração do OTIC ocorreu no Digital LAB, da USP, e contou com a presença de autoridades e pesquisadores. Com mais de 250 pesquisadores envolvidos, o OTIC inicia com um portfólio de 24 projetos de pesquisa e desenvolvimento financiados pela Shell Brasil e pela Fapesp. A Shell Brasil investirá aproximadamente R$ 49 milhões por meio da cláusula em PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O OTIC é formado por cinco programas técnicos que se interconectam: Novos Processos e Operações, Energia de Baixo Carbono, Novos Materiais e Nanotecnologia, Segurança das Pessoas, do Meio Ambiente e Economia Circular, e Transformação Digital. Cada uma destas áreas tem potencial para gerar tanto soluções práticas e de curto prazo, quanto aquelas soluções disruptivas e transformadoras da indústria offshore no longo prazo. “O OTIC se beneficia do conhecimento gerado no Brasil, especialmente nos centros de pesquisa das universidades brasileiras, para propor soluções viáveis técnica e economicamente aos desafios da indústria de óleo e gás. Com sua reconhecida capacidade neste setor, as soluções desenvolvidas no Brasil impactam positivamente a cadeia produtiva e ajudam a construir o futuro da indústria offshore”, diz Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP. “A Shell está comprometida com a transição energética. Esse é um movimento imperativo para o mundo, e a jornada para a transformação da indústria offshore deve ser feita com planejamento, de forma segura, acessível e sustentável, de modo a diversificar e expandir as fontes de energia disponíveis. Nosso investimento dá início a um portfólio de projetos de pesquisa voltados para a descarbonização da indústria e a otimização das operações, contribuindo para o futuro da indústria offshore”, diz Olivier Wambersie, gerente-geral de Tecnologia e Inovação da Shell Brasil. De acordo com Gustavo Assi, um dos coordenadores do projeto, a  indústria offshore de energia passará por um intenso processo de transformação, apoiado na transição energética e na digitalização. “Gerar mais energia com menos emissões de gases de efeito estufa nos impõe desafios tecnológicos, mas também nos dá a oportunidade de desenvolver novas formas de geração de energia limpa, e realmente construir o offshore do amanhã”. O OTIC terá um papel fundamental nessa jornada, pois aproximará a indústria, o governo e a academia para gerar conhecimento científico e tecnológico para descarbonizar o setor offshore e prover uma operação mais segura e eficiente tanto para as pessoas quanto para o meio ambiente”. “O OTIC reúne pesquisadores qualificados para responder às principais questões do offshore do amanhã, desenvolvendo tecnologia de vanguarda para o setor offshore, disseminando conhecimento na sociedade e oferecendo suporte qualificado para o desenvolvimento de políticas públicas que promovam a transição para uma economia de baixo carbono”, defende Kazuo Nishimoto, um dos coordenadores do projeto. O Centro “se beneficia do conhecimento gerado no Brasil, especialmente nos centros de pesquisa das universidades brasileiras, para propor soluções viáveis técnica e economicamente aos desafios da indústria de óleo e gás. Com sua reconhecida capacidade neste setor, as soluções desenvolvidas no Brasil impactam a cadeia produtiva e ajudam a construir o futuro da indústria offshore”. “O programa de Novos Materiais & Nanotecnologia é transversal e sua importância está diretamente ligada a todos os outros, uma vez que qualquer desenvolvimento do OTIC passa por uma reavaliação dos materiais utilizados que devem ser selecionados levando em consideração o desempenho, a durabilidade, a reciclabilidade e a sustentabilidade”, explica a pesquisadora do Laboratório de Corrosão e Proteção do IPT, Zehbour Panossian. “Esse programa ficou sob a responsabilidade do IPT pelo reconhecimento dos idealizadores do OTIC da capacidade da instituição no desenvolvimento e caracterização de materiais. O Instituto possui atualmente uma infraestrutura e corpo técnico inquestionáveis para o desafio de desenvolver materiais sustentáveis: a Unidade de Materiais Avançados, juntamente com a Unidade de Bionanomanufatura, já desenvolveram vários projetos conjuntos de grande impacto – patenteados, testados e aprovados – para o setor de O&G”. Sobre a Shell Há mais de 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro de energia. A Shell é hoje a companhia privada que mais investe na inovação do setor no país, de acordo com ranking da ANP. Anualmente, são investidos aproximadamente R$ 500 milhões em PD&I, sendo 70% da verba destinada a projetos voltados para a descarbonização e a eficiência da indústria offshore, com recursos provenientes da cláusula de PD&I da ANP. Sobre a USP Criada em 1934, USP é uma universidade pública, mantida pelo Estado de São Paulo e ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. O talento e dedicação dos docentes, alunos e funcionários têm sido reconhecidos por diferentes rankings mundiais, criados para medir a qualidade das universidades a partir de diversos critérios, principalmente os relacionados à produtividade científica. Esse desempenho, gerado ao longo de mais de oito décadas de uma intensa busca pela excelência, permite à USP integrar um seleto grupo de instituições de padrão mundial. Sua graduação é formada por 183 cursos, dedicados a todas as áreas do conhecimento, distribuídos em 42 unidades de ensino e pesquisa, com mais de 58 mil alunos. A pós-graduação é composta por 239 programas, com cerca de 30 mil matriculados. Atualmente, a USP é responsável por mais de 20% da produção científica brasileira. Sobre o IPT O IPT, Instituto de Pesquisas Tecnológicas, cria e aplica soluções tecnológicas para setores da economia, governos e sociedade em apoio à superação de desafios. Vinculado ao Governo do Estado de São Paulo, colabora para o desenvolvimento nacional desde 1899. Com infraestrutura laboratorial de ponta e equipes multidisciplinares altamente capacitadas, atua em quatro grandes áreas: pesquisa, desenvolvimento & inovação; serviços tecnológicos; serviços metrológicos; e educação em tecnologia. Realiza ensaios, análises, calibrações e certificações; monitoramento, inspeção e consultoria para resolução de problemas; e desenvolve produtos e processos. Moderno e interdisciplinar conta com programas de inovação aberta e de aceleração tecnológica atendendo desde startups a grandes corporações, apoiando seu negócio com o mapeamento de linhas de fomento e conectando seus desafios com ICTs e universidades. Sobre a Fapesp A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo é uma das principais agências de fomento à pesquisa científica e tecnológica do país. Com autonomia garantida por lei, a FAPESP está ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo. Com um orçamento anual correspondente a 1% do total da receita tributária do Estado, a FAPESP apoia a pesquisa e financia a investigação, o intercâmbio e a divulgação da ciência e da tecnologia produzida em São Paulo.

CBN: Anac proíbe Aeroporto Internacional de Guarulhos de ampliar voos antes de solucionar problemas

Link:https://cbn.globo.com/sao-paulo/noticia/2024/06/07/anac-proibe-aeroporto-internacional-de-guarulhos-de-ampliar-voos-antes-de-solucionar-problemas.ghtml Data da publicação: 07/06/2024 Docente entrevistado: Jorge Eduardo Leal Medeiros Resumo: A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) restringiu o aumento do número de voos permitidos pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos. A medida foi tomada em decorrência a problemas apontados pela ANAC em relação a falhas na manutenção da sinalização de segurança nos pátios das aeronaves, em especial nas operações noturnas e em períodos de chuva. Em relação a medida, o docente avaliou que trata-se de “Uma providência muito boa de você antecipar, não tomar decisões depois de ter acontecido acidente do tipo bater uma asa na outra, como nós temos visto acontecer em alguns aeroportos no exterior”.  Área de embarque (saguão) em aeroporto brasileiro. Foto: Pedro Bolle / USP Imagens.

Jardim de chuva e parque drenante como cidades se inspiram na natureza para evitar desastres

Data: 08/06/2024 Docente: Fábio Lofrano, professor de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da USP. Resumo: “As cidades foram ocupadas de maneira desordenada, sem respeito às bacias hidrográficas. As soluções baseadas na natureza podem atuar nesse cenário, mas a filosofia é trazer uma mudança de mentalidade para evitar que haja o problema”. Link: https://www.estadao.com.br/sustentabilidade/jardim-de-chuva-e-parque-drenante-como-cidades-se-inspiram-na-natureza-para-evitar-desastres/ Foto: FCTH (https://www.fcth.br/index.php/2022/01/14/usp-ensaia-jardins-de-chuva/)

Poder 360: Governo de São Paulo construirá usina para transformar água do mar em potável

Data: 09/06/2024 Docente: professor José Carlos Mierzwa, do Departamento de Engenharia Hidráulica Ambiental da Escola Politécnica da USP. Resumo: O especialista em tratamento de água explica que o problema é antigo e a dessalinização pode ajudar na oferta. Ainda segundo Mierzwa, a construção é uma solução para locais que não comportam um reservatório. Link: https://www.poder360.com.br/brasil/sp-construira-usina-para-transformar-agua-do-mar-em-potavel/ Usina de dessalinização deverá atender 8.000 pessoas em 19 ilhas da região de Ilhabela. Na imagem, a Praia de Castelhanos em Ilhabela (SP) Luis Daniel Molinari/ GESP

Tem livros infantojuvenis para doar? Campus da USP arrecada exemplares para reequipar escolas no RS

Data: 05/06/2024 Menção à Poli: campanha organizada pela Associação dos Engenheiros Politécnicos e conta com apoio da Escola Politécnica e do Grêmio Politécnico, todos da USP. Link: https://jornal.usp.br/universidade/tem-livros-infanto-juvenis-para-doar-campus-da-usp-arrecada-exemplares-para-reequipar-escolas-no-rs/

Podcast “O Assunto” aborda queda do voo 447 da AirFrance com contribuição de docente da Poli-USP

Data: 03/06/2024 Docente: Jorge Leal Medeiros, piloto, engenheiro aeronáutico e professor da Escola Politécnica da USP. Resumo: Jorge explica a sequência de erros que levaram à queda da aeronave, quais procedimentos foram adotados depois e como o acidente mudou a aviação. Link: https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2024/06/03/o-assunto-1226-a-queda-do-voo-447-da-airfrance.ghtml

Usina de dessalinização como opção para enfrentar a escassez de água

Data: 28/05/2024 Docente: O professor José Carlos Mierzwa, do Departamento de Engenharia Hidráulica Ambiental da Escola Politécnica da USP, especialista em tratamento de água e desenvolvimento de tecnologia de separação por membranas. Link: https://jornal.usp.br/atualidades/usina-de-dessalinizacao-como-opcao-para-enfrentar-a-escassez-de-agua/ Repercussão: https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/usina-de-dessalinizacao-e-opcao-para-enfrentar-escassez-de-agua/