Centro de inovação em tecnologia offshore da USP (OTIC) inaugura sede e laboratórios em 15 de abril

[Imagem: Divulgação/Offshore Technology Innovation Centre] No dia 15 de abril, a partir das 9h, será realizada a cerimônia de inauguração da sede do OTIC – Offshore Technology Innovation Centre – e de quatro novos laboratórios associados na Escola Politécnica (Poli) e no Instituto Oceanográfico (IO) da USP. O OTIC é fruto de uma parceria entre USP, IPT, Shell e FAPESP, com a missão de atuar na interligação de áreas como indústria, governo e academia, produzindo conhecimento e desenvolvendo soluções para a transformação tecnológica dos sistemas offshore no país. Docentes e autoridades interessadas devem confirmar sua presença até o dia 10 de abril, por meio do formulário.  

FINEP e Petrobrás abrem seleção pública para propostas de criação de um Ecossistema Tecnológico de Biorrefino

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Petrobrás divulgaram a iniciativa que visa criar um Ecossistema Tecnológico de Biorrefino, com participação de Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs), startups, empresas, por meio do apoio a projetos de inovação voltados ao desenvolvimento de tecnologias nacionais. As propostas devem ter valor mínimo de 10 milhões de reais e máximo de 30 milhões de reais, sendo 36 meses o prazo máximo de execução do projeto, após a assinatura do contrato. A Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) estabeleceu 27 de abril como prazo para receber os projetos a serem submetidos na chamada pública, via e-mail pesquisa.poli@usp.br. O texto do edital e seus anexos podem ser consultados no site da FINEP.  

Estão abertas as inscrições para o Edital de Apoio a Propostas Estratégicas para Infraestrutura de Pesquisa da USP 2026

[Imagem: QuoteInspector.com] A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) da USP abriu o prazo de submissão de projetos do edital de Apoio a Propostas Estratégicas para Infraestrutura de Pesquisa da USP em 2026. Entre as modalidades, pode-se enviar solicitações de manutenção USP MULTI, adequação de infraestrutura e coleções.  As propostas devem ter um limite de até 150 mil reais e seguir os critérios de elegibilidade estabelecidos pelo edital (item 3). Docentes podem realizar suas inscrições no sistema Atena (Editais>Solicitações) até o dia 29 de maio.  Confira o edital completo.  

Cerimônia realizada no Memorial da América Latina homenageia estudantes da Poli

[Foto: Divulgação/Crea-SP] O Prêmio Crea-SP de formação profissional de 2026 reconhece o desempenho acadêmico de estudantes e docentes nas áreas de Engenharia, Agronomia, Geociências, Tecnologia e Design de Interiores.O evento reuniu mais de 70 instituições de ensino superior do estado de São Paulo e destacou o compromisso do CREA na valorização da formação educacional e desenvolvimento profissional dos estudantes. Desde 2024, o prêmio também reconhece professores, indicados pelas próprias universidades. A 29° edição, de 2026, aconteceu no dia 30 de março e premiou 14 estudantes e uma professora da Escola Politécnica: Lucas Martins Marques (Engenharia Mecatrônica); Matheus Moraes Teixeira (Engenharia Mecatrônica);  Júlia Akemi Suguihara Silva (Engenharia Ambiental); Victor Azevedo Di Santillo (Engenharia Civil); João Pedro Arroyo (Engenharia de Computação); Carolina Maekawa Chaves (Engenharia de Materiais); Diego Mattos Venturi (Engenharia de Minas); Tadeu Daltiere de Oliveira (Engenharia de Petróleo); Gabriel Castellano Garcia (Engenharia de Produção); Eduardo Faria Cabrera (Engenharia Elétrica – Eletrônica); Maria Eduarda Pereira (Engenharia Metalúrgica); Matheus Miranda Vasconcelos (Engenharia Naval); Alvaro Sant Anna Ferreira Neto (Engenharia Nuclear); Luciana Saori Kato (Engenharia Química); Professora Anna Luiza Marques Ayres da Silva (Engenheira de Minas).  *texto adaptado do Jornal da USP

Iniciativa do RCGI pesquisa soluções para gargalo operacional da produção energética

[Imagem: Reprodução/Petrobrás] Data: 29/03/2026 Link:https://tnpetroleo.com.br/noticia/usp-desenvolve-modelos-para-reduzir-curtailment-e-ampliar-integracao-de-renovaveis-no-sistema-eletrico/  Docente citado: Carlos Frederico Meschini Almeida, professor do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da Escola Politécnica (Poli) da USP Apesar dos evidentes avanços na transição energética brasileira, o País vê que parte dessa energia é impedida de chegar ao consumidor. O chamado curtailment é a prática que causa perdas financeiras pelo interrompimento da operação, que acarreta também na diminuição de investimentos e riscos à segurança energética. Coordenada pelo professor Carlos Frederico Meschini Almeida, da Escola Politécnica (Poli) da USP, iniciativas como o projeto “Soluções de flexibilidade para aumentar a capacidade de hospedagem de recursos energéticos distribuídos” criam modelos e mapeiam como algumas áreas respondem ao crescimento da geração distribuída.  O professor explica a importância de integrar todas as regiões do para geração, transmissão e análise de dados cruzados para que soluções para esse gargalo operacional sejam encontradas com mais facilidade: “É uma quebra de paradigma: antes, cada agente trabalhava com seus próprios dados. Agora, mostramos que integrar essas bases é essencial para prever gargalos e aumentar a confiabilidade da rede”.  

Valor Econômico | Estiagem e El Niño acendem alerta sobre consumo de água na indústria

[Imagem: Reprodução/ Pixnio] Data: 30/03/2026 Link:https://valor.globo.com/empresas/media-e-mais/noticia/2026/03/30/estiagem-e-el-nino-acendem-alerta-sobre-consumo-de-agua-na-industria.ghtml  Docente citado: José Carlos Mierzwa, professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica (Poli) da USP.  O alerta de El Niño e a estiagem prevista para o segundo semestre de 2026 trouxe à tona debates sobre a utilização de recursos hídricos na indústria. O professor José Carlos Mierzwa, da Escola Politécnica (Poli) da USP  explicou como o histórico de negligência dos processos faz com que a utilização secundária de água nas indústrias não tenham a abordagem necessária. “Na maioria dos casos, principalmente nas indústrias, a água é tratada de forma secundária, como um insumo. No passado, havia o conceito de que era um recurso bastante abundante, ninguém dava a devida importância”. Para ele e seus colegas pesquisadores, é de extrema importância mudar a percepção, principalmente, em empresas de pequeno e médio porte, identificando desperdícios, busca de fontes alternativas e o reúso, quando possível.

Laboratório de Caracterização Tecnológica celebra 35 anos de atuação multiusuário 

Laboratório de Caracterização Tecnológica (LCT) da USP celebra 35 anos de atuação multiusuário 31 março 2026 14:06 Autor Na última quarta-feira, dia 25 de março, a equipe do Laboratório de Caracterização Tecnológica da USP, localizado no Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo (PMI) da Escola Politécnica (Poli) da USP, celebrou os 35 anos de atuação do Centro Multiusuário. Com a presença de amigos, colaboradores e autoridades da Universidade, a coordenadora do LCT, a professora Carina Ulsen, apresentou os principais avanços do Centro Multiusuário que atua no ensino, pesquisa e extensão, atendendo desde pesquisadores de instituições públicas à representantes da iniciativa privada. Além de uma solenidade em que foram prestadas homenagens e reconhecimentos aos pesquisadores que atuam no laboratório, foi realizada uma visita guiada para apresentação de alguns equipamentos do laboratório e sua utilização. Entre eles, destacou-se a recente instalação de microscópios eletrônicos de varredura com sistema de análise de imagens automatizado (Tima-Tescan), o plasma FIB-SEM (Tescan-Amber), a microtomografia de raios X, o mapeamento elementar por microfluorescência de raios XOs equipamentos são utilizados na caracterização de materiais em escalas centimétricas à nanométricas, de forma bi e tridimensional. A infraestrutura completa do LCT pode ser verificada em seu site – https://www.lct.poli.usp.br/infraestrutura – sendo esta disponível para acesso multiusuário da comunidade acadêmica e do setor produtivo. Confira as fotos do evento: https://www.flickr.com/photos/poliusp/albums/72177720332742101

Professor José Roberto Castilho Piqueira é nomeado Catedrático Conferencista junto à Cátedra Sistemas Complexos e sua Complexidades

O professor José Roberto Castilho Piqueira, ex-diretor da Escola Politécnica da USP, foi nomeado Catedrático Conferencista junto à Cátedra Sistemas Complexos e sua Complexidades, do Instituto de Estudos Avançados e Estratégicos, da Universidade Federal de São Carlos, entre 2026 e 2027. Esta cátedra, recém aprovada no âmbito das ações do mencionado instituto, terá como objetivo central fomentar uma cultura acadêmico-científica avançada e estratégica baseada no Paradigma da Complexidade e em seus preceitos teóricoconceituais e em seus métodos e técnicas, usados para se entender a organização e dinâmica dos sistemas complexos, sejam eles físicos, biológicos ou socioeconômicos.

Folha de S.Paulo | Confira entrevista com a nova diretora da Poli-USP

[Imagem: Reprodução/Folha de S.Paulo] Anna Helena Reali Costa é a segunda mulher a dirigir a Escola Politécnica da USP. Em sua gestão, a diretora tem como foco os desafios, em diversos níveis, na formação de engenheiros. Em sua concepção, o país atua como fornecedor de matérias-primas e, assim, forma profissionais sem motivação para o desenvolvimento, respondendo apenas às demandas instantâneas do mercado. Formada na Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), Reali tornou-se professora da Escola Politécnica em 1996 e liderou iniciativas pioneiras em sua área: em 1998, por exemplo, levou estudantes para o mundial de futebol de robôs, trazendo o vice-campeonato ao Brasil, além disso, auxiliou na criação da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). Atualmente, ela defende que projetos nacionais sejam realizados para que haja a mobilização de estudantes a ingressarem e se desenvolverem na Engenharia propriamente, já que muitos dos profissionais passam para os setores financeiros: “Eles são valorizados pela capacidade de resolver problemas e liderar equipes. O chão de fábrica não está pagando o que um engenheiro merece”. Na tentativa de melhorar esse quadro, a diretora evidencia mudanças internas, que fazem os estudantes saírem da teoria e colocarem em prática, já no primeiro ano, as habilidades que competem a um engenheiro. Além disso, sua gestão conta com uma agenda que visa o aumento de diversidade e fomento a entrada feminina na área.  Anna finaliza dizendo que o sucesso de sua gestão deverá ser medido não só pelas métricas técnicas e institucionais, mas também pelo sentimento de pertencimento e satisfação do estudante: “Eu ficaria contente se os alunos fossem bem formados, felizes e amassem o que fazem e o instituto”. Confira a reportagem no link https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/03/quero-desenvolver-minha-ia-aqui-nao-so-comprar-das-grandes-diz-nova-diretora-da-poli-usp.shtml