FFLCH oferece curso de escrita acadêmica amplo e gratuito

[Imagem: divulgação/FFLCH] O Laboratório de Letramento Acadêmico (LLAC) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP está oferecendo tutorias gratuitas para aperfeiçoamento da escrita acadêmica para artigos, pesquisas e papers. Com atendimento individual e humanizado com profissionais da ciência das linguagens, a tutoria em português é aberta para qualquer estudante de graduação da Universidade de São Paulo. A oficina ainda é oferecida em inglês e francês, o LLAC oferece tutoria apenas para estudantes de graduação do curso de Letras e para estudantes de pós-graduação de qualquer curso da USP. A tutoria oferece suporte do início ao fim do texto acadêmico, tocando na escrita em si, na organização e planejamento de ideias e no seu modo de expressão. Para textos em português e/ou francês, envie um email para letramento.academico.frances@gmail.com Para textos em inglês, acesse este link.

Coral do Instituto de Biologia abre inscrições para toda comunidade USP

O Coral do IB é um coletivo de cultura aberto à comunidade interna e externa da USP. Os ensaios ocorrem às quartas-feiras, das 12h30 às 14h. Pessoas, com ou sem experiência, que tenham interesse em participar podem se inscrever pelo QR Code na imagem de divulgação. Para os alunos da graduação, podem ser atribuídas horas de extensão no futuro. 

Professor e ex-diretor da Poli-USP, José Roberto Castilho Piqueira, passa a integrar Conselho Editorial da EDUSP

O professor José Roberto Castilho Piqueira, ex-diretor e professor da Escola Politécnica da USP, foi designado a integrar o Conselho Editorial da EDUSP. Também integram o Conselho a professora Ana Paula Ulian de Araújo (IFSC), Maria Hermínia Brandão Tavares de Almeida (FFLCH), que o preside, e Martin Grossmann (ECA). A Edusp – Editora da Universidade de São Paulo – é uma das maiores editoras universitárias brasileiras. Fundada em 1962, atuou como coeditora durante quase trinta anos. Seu departamento editorial foi criado apenas em 1988, quando se iniciaram os trabalhos de seleção e publicação de seus próprios títulos. Desde então, lançou mais de 2000 livros e alcançou um elevado padrão editorial, estabelecendo uma identidade única e definindo novos parâmetros para a publicação acadêmica no país. A excelência de seus esforços fez com que recebesse importantes prêmios ao longo dos anos e se tornasse referência pela qualidade acadêmica, editorial e gráfica de sua produção. Com a missão de estimular e promover o desenvolvimento do ensino e da pesquisa, a Edusp dedica-se à publicação de obras relevantes em todas as áreas de conhecimento, destacando-se pela produção científica da própria Universidade de São Paulo, sem no entanto se limitar a ela. A Edusp busca, assim, atender estudantes, professores e pesquisadores, mas também o público geral, difundindo para além da academia o conhecimento nela produzido. Fazem parte do catálogo desde livros didáticos até pesquisas de ponta, de obras clássicas a teorias científicas contemporâneas, nacionais e internacionais, bem como estudos sobre os mais representativos escritores e artistas brasileiros.

Claudio Ruggieri, professor da Escola Politécnica, é nomeado co-editor da revista “Theoretical and Applied Fracture Mechanics”

[Imagem: Divulgação/Theoretical and Applied Fracture Mechanics]O professor Claudio Ruggieri, titular do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica (PNV) e responsável pelo Laboratório de Fratura e Integridade Estrutural (NAMEF) da USP, foi apontado como co-editor do periódico internacional “Theoretical and Applied Fracture Mechanics”. A revista recebeu mais de 3500 pesquisas em 2025, e é atualmente o veículo internacional com maior fator de impacto na área de mecânica de fraturas. A revista atualmente conta com 44 colaboradores de mais de 18 países, e seu editor-chefe é o pesquisador e professor Luca Susmel, docente da Sheffield Hallam University, no Reino Unido.

Professor da Poli-USP, Fernando Landgraf, comenta sobre terras raras para a Radio Agência

  [Imagem: Divulgação/Instituto de Estudos Avançados]Data: 09/03/2026 Link:https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/inovacao/audio/2026-03/terras-raras-entenda-por-que-esses-minerais-sao-tao-importantes Docentes mencionado: Fernando Landgraf, professor titular do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Em entrevista concedida à Rádio Agência, o professor Fernando Landgraf, do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Escola Politécnica (Poli) da USP, comentou sobre o uso das Terras Raras pelas potências mundiais. Na entrevista, ele comenta sobre os principais usos desses minerais, essenciais para a construção de superímãs responsáveis pela geração de energia elétrica, a indústria de veículos elétricos e mesmo a produção de veículos de guerra, como motores de caças e mesmo drones, armas que caracterizam os conflitos no século XXI.      Confira a reportagem completa da Radio Agência no link acima.

Institutos da USP realizam recepção conjunta aos alunos intercambistas

[Imagem: Divulgação/LAC-ECA/Lorenzo Souza]O Serviço de Relações Internacionais da Escola Politécnica (Poli) da USP realizou, junto a outros oito institutos, uma Semana de Recepção para os alunos estrangeiros que estão realizando intercâmbio na USP. Foram recebidos cerca de 120 estudantes de diversas faculdades no exterior, dos dias 10 a 12 de fevereiro, com  foram feitas diversas atividades culturais, integrativas e de acolhimento para com os intercambistas. No dia 10, os estudantes foram recepcionados e credenciados. Eles foram apresentados aos seus guias, que facilitaram a interação e orientação pelas atividades. Foram apresentadas informações gerais sobre a USP, o Campus Butantã, a cidade de São Paulo, documentos para estrangeiros e vias de mobilidade pela cidade. Às 11h, o Escritório Politécnico Internacional (iPoli) apresentou-se como um centro de acolhimento para os alunos estrangeiros e divulgaram as diversas atividades, oportunidades e eventos que promovem ao longo do ano.  [Imagem: Divulgação/LAC-ECA/Lorenzo Souza]Ainda durante a manhã, foram realizadas atividades culturais nos Corners, centros culturais temáticos de diferentes nacionalidades localizados no Centro Intercultural Internacional (CII) da USP. Após o almoço, no Bandejão, os estudantes participaram de mais atividades organizadas pela bateria da Faculdade de Arquitetura (FAU) e pelo grupo de dança da Poli, a PoliDance. Ao final do dia, os alunos foram separados e introduzidos às especificações de cada Universidade. Na quarta, 11 de fevereiro, os intercambistas se reuniram em frente à Escola de Comunicações e Artes (ECA) para o Giro Cultural pela USP, atividade organizada pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão (PRCEU) em que os alunos conheceram mais o campus universitário do Butantã. À tarde, eles conheceram mais sobre os seus próprios institutos, visitando as salas, auditórios, laboratórios e outros espaços. [Imagem: Divulgação/LAC-ECA/Lorenzo Souza]No último dia da recepção, na quinta-feira, 12 de fevereiro, foi feita uma oficina em que os estudantes, com auxílio de funcionários dos Centros Internacionais de cada instituto e as Entidades Estudantis, consultaram e solicitaram os seus documentos brasileiros, como o CPF, registro de visto, autorização de residência para estudo, entre outros). Para terminar as atividades de recepção, os estudantes foram levados ao Cinusp, o Cinema da USP, para assistir à sessão extraordinária de “Que Horas Ela Volta”, em que uma migrante brasileira precisa sair de seu estado natal e enfrentar as diferenças culturais para entrar na melhor Universidade Pública da América Latina, a USP! [Imagem: Divulgação/LAC-ECA/Lorenzo Souza]

Poder 360 | Morar em favela influencia como as pessoas se deslocam na cidade

[imagem: Matheus Henrique Cunha Barboza]Data: 28/02/2025 Link:https://www.poder360.com.br/poder-brasil/estudo-mostra-diferenca-de-mobilidade-entre-favelas-e-areas-formais/  Docente citado: Mariana Abrantes Giannotti, professora do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Escola Politécnica (Poli) da USP. Um estudo assinado pelo doutorando Matheus Henrique Barboza, sob orientação da Professora Mariana Giannotti, da Escola Politécnica da USP, analisa, a partir dos dados de telefonia móvel dos indivíduos, que moradores das favelas de São Paulo apresentam maior variação no padrão de deslocamento diário.  Os dados são de 2016 e foram coletados por 77 dias consecutivos. Na matéria, Giannotti faz comentários acerca dos resultados e das discussões levantadas pelo estudo. Confira na íntegra.

Professores da Poli defendem a manutenção do etanol na transição energética

Hoje já é possível desenvolver um motor novo, otimizado para etanol, no Brasil – Fotomontagem com: foto de José Cruz/Agência Brasil e foto de Freepik. Data: 10/03/2026 Link: https://jornal.usp.br/atualidades/a-transicao-energetica-nao-pode-abrir-mao-do-etanol/ Mencionado: Guenther Carlos Krieger Filho e Antonio Laganá, professores do Departamento de Engenharia Mecânica Dezessete professores da Escola Politécnica assinaram um documento enviado para os Ministérios de Minas e Energia, Meio Ambiente e Mudança de Clima, Fazenda e Casa Civil, apresentando propostas para o Mapa do Caminho, projeto liderado pelo Brasil e criado durante a COP30 para reduzir o uso de combustíveis fósseis no planeta. O documento defende uma tese central: a de que o Brasil não pode ignorar o etanol como alternativa sustentável em relação aos combustíveis fósseis. Para o professor Antonio Laganá, um dos docentes que assinou o documento, o aumento da eficiência dos motores de carros flex permite que grande parte do combustível já produzido pelo Brasil seja utilizado, com menos necessidade de expansão do parque agrícola de cana. A possibilidade de expandir o uso desses combustíveis para veículos comerciais urbanos — como ônibus e caminhões pequenos/médios — e para veículos pesados permite mais sustentabilidade no futuro. “São soluções que nós entendemos olhando não só para uma fonte de energia nova, mas para toda cadeia de suprimentos, de maturidade tecnológica, de parque industrial, garantia do fornecimento de energia, todas essas questões que no Brasil – para o etanol, por exemplo –  já são bastante consolidadas”, explica Guenther Carlos Krieger Filho, que também assinou o documento. A posição do Brasil é favorável para a mudança energética, e o parque industrial de processamento de combustíveis sustentáveis pode se beneficiar muito nesse processo, revelam os professores. Para ler mais sobre o documento e a transição energética no Brasil, leia mais no artigo do Jornal da USP, acessível pelo link acima.  

Vahan Agopyan, secretário de estado e ex-diretor da Escola Politécnica, fala sobre a evolução da Engenharia Civil

[Imagem: Divulgação/Escola Politécnica/Bernardo Medeiros]Data: Março de 2026. Link: https://revistapesquisa.fapesp.br/vahan-agopyan-fala-sobre-a-evolucao-da-engenharia-civil/ Mencionado: Vahan Agopyan, ex-diretor da Escola Politécnica e livre-docente Diretor da Escola Politécnica (Poli) entre 2002 e 2006, Vahan Agopyan é engenheiro civil formado pela Poli e é livre-docente da mesma instituição. Em entrevista para a Revista FAPESP, ele conta toda a sua trajetória na ciência e na Academia a partir do momento que teve seu primeiro contato com a área por uma Iniciação Científica realizada ainda na graduação.  O Diretor conta toda a sua história, passando pelas suas pós-graduações, atuações profissionais, passagem por laboratórios e na sua posição como Diretor da Escola Politécnica entre 2002 e 2006. Agopyan ainda foi vice-reitor e reitor da Universidade de São Paulo durante o período da pandemia, em que, comenta, passou e superou diversas dificuldades. Ele ainda comenta sobre o cenário atual da engenharia e da educação nas universidades e escolas brasileiras, abordando o futuro da engenharia no Brasil e as dificuldades que o país ainda enfrenta. Ele finaliza a reportagem voltando para a sua infância, quando veio da Turquia para o Brasil e se naturalizou aos 22 anos, quando finalmente graduou-se. Leia a entrevista completa no link acima.

Promovida pela Escola Politécnica, FEBRACE apoia projetos científicos de estudantes pré-universitários

[Imagem: Divulgação/Escola Politécnica/Júlia Sardinha] Data: 12/03/2026 Link: https://jornal.usp.br/universidade/de-ia-a-biossensores-finalistas-de-feira-de-ciencias-e-engenharia-da-usp-exploram-novas-tecnologias/ 297 projetos são finalistas da 24ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, o maior evento de projetos científicos pré-universitários do país. A Feira, apoiada pela Escola Politécnica, ocorre anualmente no Centro de Inovação (INOVA) da USP. Este ano, os projetos exploram novas tecnologias e as suas interfaces com a ciência e a tecnologia. Grande parte dos estudantes, por exemplo, explorou a utilização da Inteligência Artificial em suas pesquisas, como é o caso de um projeto que utiliza algoritmos para prever surtos epidemiológicos transmitidos pelo Aedes aegypti. A exposição dos trabalhos ocorrerá a partir da terça, para avaliadores, autoridades e imprensa, e vão até a sexta. Nove projetos serão premiados e escolhidos para participarem na Regeneron International Science and Engineering Fair, a maior feira de ciência pré-universitária do mundo. Leia mais sobre a FEBRACE no artigo do Jornal da USP, disponível no link acima.