Poli-USP recebe ingressantes de 2026 com atividades de integração

Poli-USP recebe ingressantes de 2026 com atividades de integração Semana de Recepção aos Calouros faz parte do calendário oficial da USP e será realizada de 23 a 28 de fevereiro na Escola Politécnica, com atividades de integração e apresentação da Universidade 20/02/2026 A Escola Politécnica da USP realiza, de 23 a 28 de fevereiro, a Semana de Recepção aos Calouros de 2026, que na USP terá como tema “É sua vez de voar mais alto”. Para receber seus ingressantes, foram programados encontros entre os novos estudantes e seus veteranos, professores e representantes de diversas entidades da vida universitária, bem como atividades interativas e divertidas, pensadas para engajar os calouros e calouras na Universidade.Antes mesmo da Semana começar oficialmente, os pais e familiares serão recepcionados na Escola pela Diretoria e Comissão de Graduação no domingo, dia 22 de fevereiro, no campus da USP. As inscrições foram realizadas por e-mail e as vagas esgotaram rapidamente. Na segunda-feira, dia 23 de fevereiro, os ingressantes serão recebidos no Centro de Difusão Internacional (CDI) da USP, a partir das 8h. Neste dia, o primeiro contato com a Universidade é realizado com as boas vindas da Diretoria da Escola, com a professora Anna Helena Reali Costa, diretora, e o professor Gilberto Francisco Martha de Souza,  vice-diretor. A Vice-Reitora da USP, professora Liedi Légi Bariani Bernucci, que foi a primeira mulher a dirigir a Escola, também estará presente. Em seguida, será realizada a Aula Inaugural, tradicionalmente proferida por um nome de destaque em sua área de atuação, neste ano com o empresário, engenheiro e filantropo Gustavo Pierini.Uma foto oficial da turma será tirada em frente ao prédio às 10h30, e os alunos e alunas terão um intervalo de almoço das 11h às 12h30. O retorno do almoço terá apresentações culturais no Sarau “É sua vez de voar mais alto”. No período da tarde, a partir das 14h30, os calouros e calouras conhecerão o Centro de Práticas Esportivas da USP (CEPEUSP) por meio de uma apresentação, e em seguida, às 15h, receberão as boas vindas das Comissões de Graduação, do Ciclo Básico, de Inclusão e Pertencimento, de Ética e Direitos Humanos, da Divisão Acadêmica e do Serviço de Graduação. Por fim, a área de Internacionalização da Poli apresentará as oportunidades de intercâmbio com instituições parceiras da Escola e da USP.No segundo dia de recepção, na terça-feira, dia 24 de fevereiro, a Coordenação dos Cursos recebe os ingressantes nos Departamentos a partir das 8h, seguida da apresentação que vai até as 12h. No almoço e período da tarde, os Centros Acadêmicos recebem os calouros para sua apresentação e atividades de integração que vão por toda a tarde.Na quarta-feira, 25 de fevereiro, os ingressantes começarão o dia com uma atividade lúdica, programada especialmente para a Semana de Recepção deste ano, o Bixorts. Os alunos terão das 8h às 10h para gravar e editar um vídeo curto sobre um tema especial que será divulgado no dia, e o grupo com o melhor vídeo será premiado!O dia segue com palestras da Associação dos Engenheiros Politécnicos (AEP), da Poli Retribua e do Amigos da Poli, das 10h às 11h. Essas entidades agregam alunos egressos da Escola Politécnica e incentivam a integração e o desenvolvimento dos alunos com a instituição.A tarde segue com mais premiações, das 13h às 17h será realizado o Hackathon, uma atividade em que os ingressantes terão que pensar em soluções da engenharia para problemas urbanos. As melhores soluções ganharão prêmios. Todas as atividades do dia acontecem no Biênio, poupando a energia dos calouros para a quinta-feira, que será preenchida com atividades físicas e a apresentação das modalidades e esportes da Poli!Na quinta-feira, 26 de fevereiro, o dia começa às 8h no Biênio, com o “Escape Room”, uma atividade que envolve lógica e trabalho em equipe. Assim como o Hackathon e o Bixorts, a atividade também conta com premiação para a equipe vencedora. Ainda no Biênio, os “bixos” serão apresentados à Atlética, entidade estudantil que representa a Poli em competições esportivas e organiza eventos sociais dos estudantes e em conjunto com atléticas de outras unidades da USP ou outras faculdades. Os ingressantes devem poupar bastante energia durante a apresentação da Atlética, pois o resto do dia segue com bastante atividade. A partir das 14h, ocorre o deslocamento dos calouros ao Centro de Práticas Esportivas da USP (CEPEUSP), junto aos veteranos, representantes da Atlética. Após a chegada no CEPE, serão apresentados os times das diversas modalidades e esportes que a Atlética integra, do vôlei ao softball. Na sexta-feira, 27 de fevereiro, outra entidade estudantil, o Grêmio, vai se apresentar no Biênio, a partir das 8h. Durante o intervalo do almoço, que vai das 12h às 14h, as novas estudantes podem participar do evento organizado pela Mentoria Poli Minerva, que auxilia na integração entre alunas, professores e funcionárias da Escola Politécnica, propiciando um ambiente mais seguro e acolhedor.A partir das 14h, no Prédio da Engenharia Mecânica, será realizada a Feira de Extensão, em que os ingressantes terão contato com atividades extensionistas da Poli e projetos próprios da Escola e da Universidade. Grupos extensionistas e projetos estudantis vão apresentar as diversas possibilidades que estão à frente dos alunos.Às 16h, é chegada a hora dos coletivos da Poli, como a Poli Negra e a Poli Pride, que integram estudantes e promovem a diversidade dentro da Escola, ressaltando o acolhimento e o pertencimento que marcam a primeira semana letiva dos futuros engenheiros politécnicos.No sábado, a Poli Social finaliza a Semana de Recepção da Poli com um trote solidário que envolve a pintura e revitalização de uma escola pública de São Paulo.

Poli-USP oferecerá novo curso de Engenharia Eletrônica e de Sistemas Computacionais a partir de 2027

Poli-USP oferecerá novo curso de Engenharia Eletrônica e de Sistemas Computacionais a partir de 2027 20/02/2026 Maria Clara Ramos  O Conselho Universitário da Universidade de São Paulo aprovou em 16 de dezembro a criação do curso de graduação “Engenharia Eletrônica e de Sistemas Computacionais”, a ser oferecido para ingressantes a partir de 2027. O enfoque no campo da eletrônica, antes uma das ênfases da Engenharia Elétrica, agora passa a ter seu próprio curso, com 56 vagas disponibilizadas anualmente.O curso de Engenharia Eletrônica surge como um caminho que une o conhecimento técnico com a aplicação prática desde o primeiro ano. A partir de uma estrutura curricular que integra fundamentos da Matemática, Física, Computação à Engenharia, os alunos desenvolverão competências técnicas e interpessoais ao aplicar a teoria em projetos reais conectados a demandas sociais atuais.Em todos os anos do curso, a matriz curricular de carga horária equilibrada, combina bases teóricas essenciais com atividades que já introduzem os estudantes ao universo da Engenharia Eletrônica. Entre as atividades práticas propostas estão os Projetos Integrativos Extensionistas. Desenvolvidos anualmente, os projetos desafiarão os alunos a elaborar soluções para problemas enfrentados pela sociedade. As atividades conduzidas durante o Projeto Piloto do curso, realizado com a participação de graduandos da Engenharia Elétrica, apresentou resultados como a criação de um sistema de alerta para desastres naturais, a elaboração de captadores de energia solar fotovoltaica e a formulação de estratégias para a construção de cidades conectadas eficientes.Já nos dois anos finais, o curso se organiza em trilhas de aprofundamento que permitem que cada aluno construa sua especialização em áreas como Inteligência Artificial, Semicondutores, Sistemas Embarcados, Comunicação ou Processamento de Sinais. Com este novo percurso acadêmico, a Escola Politécnica avança em seu objetivo de formar engenheiros e líderes habilitados para atuar de forma estratégica no desenvolvimento tecnológico nacional e assumir destaque nas fronteiras da inovação.

Professora Tereza Cristina Carvalho, da Poli-USP, comenta reciclagem de eletrônicos no programa Alesp em Pauta

A professora Tereza Cristina M. de Brito Carvalho, do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica (Poli) da USP, que coordena o Laboratório de Sustentabilidade  (Lassu) e Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (CEDIR), ambos da USP, concedeu uma entrevista para o Programa Alesp em Pauta sobre reciclagem de materiais eletrônicos, e explicou as consequências do descarte inadequado. O Programa Alesp em Pauta, realizado nos estúdios da Rede Alesp, entrevista especialistas e autoridades com a meta de discutir assuntos de utilidade pública e levar até você os destaques do Legislativo Paulista. Estão entre os temas: saúde, bem-estar, direitos das pessoas com deficiência, violência doméstica, economia, política e muitos outros que estão em pauta como preocupação na sociedade.

Estudo orientado por professor da Poli indica que microplásticos podem potencializar contaminação de águas superficiais

[Imagem: Reprodução/Cecília Bastos/Escola Politécnica] Data: 13/02/2026 Citado: Antonio Carlos Silva Costa Teixeira, professor doutor do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica (Poli) da USP / Ádila de Oliveira Sampaio Dantas, doutoranda do programa de pós-graduação do Departamento de Engenharia Química Link: https://jornal.usp.br/radio-usp/estudo-investiga-o-destino-de-pesticidas-e-microplasticos-nos-recursos-hidricos/ Resumo:  As últimas décadas registraram aumentos significativos na concentração de microplásticos presentes em corpos d’água superficiais, como rios, lagos e reservatórios. Além de preocuparem por causar riscos à saúde humana, um novo estudo orientado pelo professor Antonio Carlos Silva Costa Teixeira, do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica (Poli) da USP, revela que os microplásticos podem potencializar a ação de outros agentes tóxicos dissolvidos na água, como os agrotóxicos, fertilizantes e pesticidas. Esses agentes químicos causam efeitos adversos ao ambiente aquático, afetando plantas, peixes, microcrustáceos e impactando outras esferas ambientais indiretamente. Os efeitos já são conhecidos, causando eutrofização, morte da flora e fauna e desregulando os hormônios em animais. No entanto, a pesquisa avança em campos ainda pouco explorados, como o efeitos desses produtos tóxicos na saúde humana e a acumulação desses produtos nos tecidos de peixes, crustáceos ou mesmo humanos, como revela Teixeira. A pesquisa ainda revela que os microplásticos presentes na água podem conter parte dos reagentes químicos tóxicos, liberando eles gradualmente após processos físicos e químicos. A doutoranda do Departamento de Engenharia Química, Ádila de Oliveira Sampaio Dantas, que participou da pesquisa, revela que a luz solar pode provocar os microplásticos, favorecendo a formação de radicais livres que afetam o meio aquático: “Os resultados mostraram que os microplásticos não são apenas partículas inertes no meio ambiente. Quando expostos à luz e processos oxidativos, eles sofrem operações químicas, podendo gerar esses radicais livres, ambientalmente resistentes, que afetam a microbiota.” A pesquisadora ainda complementa: “Além disso, nós verificamos que, após o envelhecimento com luz, os microplásticos aumentam a sua capacidade de absorver esses contaminantes”. De acordo com Teixeira, a pesquisa integra uma série de avanços que o grupo está fazendo em relação à uma linha de pesquisa específica: como tratar os efluentes tóxicos de indústrias, hospitais e plantações. O trabalho revelou que muitas vezes as substâncias tóxicas presentes em pesticidas degradam naturalmente, com auxílio da luz solar, mas mais soluções são necessárias. Para ler mais sobre a pesquisa, acesse o artigo completo, publicado pelo Jornal da USP, por meio deste link.

Grupo de extensão da Poli realiza estudos sobre areia comercializada em São Paulo

Grupo de extensão da Poli realiza estudos sobre areia comercializada em São Paulo Em parceria com a FAU, o projeto Areia Viva investiga uso de materiais sustentáveis na construção civil A areia é o segundo recurso natural mais consumido no mundo, atrás apenas da água. Conforme um estudo feito pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente, cerca de 50 bilhões de toneladas de areia são extraídas por ano, número que cresceu significativamente nas últimas duas décadas e deve continuar aumentando. Apesar disso, este elemento fundamental é, muitas vezes, subestimado pela comunidade da construção civil.  Paralelamente a isso, a extração ilegal de areia pode atingir em média 60% do total explorado no Brasil, conforme uma pesquisa feita pelo economista Luiz Fernando Ramadon. Isso evidencia que grande parte da areia comercializada não é fiscalizada, sendo colocada em xeque sua qualidade e origem, o que pode provocar impactos substanciais à sociedade e ao meio ambiente, desde a sonegação de impostos, riscos à segurança das construções até o desmatamento e destruição da flora e fauna.  Além disso, o uso de areia não qualificada pode gerar desperdício de material e construções de baixa durabilidade, aumentando custos e o consumo desse insumo que vem ficando cada vez mais escasso.  Foi a partir desses questionamentos que surgiu o projeto Areia Viva, originado da atividade de extensão “Insumos Minerais e Construção Civil Sustentável: o caso da areia”. Seu principal objetivo é estudar e mostrar para a sociedade a importância técnica e social da areia usada de forma sustentável. A equipe é formada por estudantes de graduação dos cursos de engenharia da Poli e de arquitetura da FAU, sob orientação dos professores Maurício Bergerman, Carina Ulsen, André da Silva e Douglas Gouvêa, da Poli, e da professora Maria de Lourdes, da FAU. Além de análises técnicas laboratoriais, o grupo também realizou oficinas de construção sustentável para os alunos integrantes e diálogo  e entrevistas com comerciantes e comunidades  a  fim de promover o uso consciente, econômico e sustentável da areia na construção civil. As análises realizadas em amostras de 14 depósitos de SP revelaram que uma parcela significativa da areia comercializada está em desacordo com as normas técnicas. As principais não conformidades incluem excesso de argila, variações na granulometria e peso inferior ao declarado Esses fatores impactam diretamente a qualidade das construções e podem aumentar custos para o consumidor. Além dos resultados analíticos, o projeto também contribuiu para a formação técnica e social dos estudantes, para a construção de uma casa modelo sustentável na comunidade Irmã Alberta e materiais didáticos como folhetos e um livreto. Quer saber mais? Acesse o Instagram do projeto e assista o vídeo de divulgação. Contato Assessoria de Comunicação Mariana Ricci11 94072-0576

Professora da Poli-USP coordena publicação de iniciativa que busca planejamento urbano com participação da comunidade

[Foto: Portal de Livros Abertos da USP] Data: 12/02/2026 Link:https://jornal.usp.br/universidade/como-melhorar-a-vida-nos-bairros-de-sao-paulo-publicacoes-propoem-planejamento-urbano-com-participacao-cidada/  Docente citada: Karin Regina de Castro Marins, professora do Departamento de Engenharia de Construção Civil (PCC) da Escola Politécnica (Poli) da USP. O bairro é um dos marcos de localização regional mais importante para os moradores de São Paulo, muitos moradores se identificam pelo lugar que nasceram, como Itaquera ou Mooca. Pesquisadores da USP, levando em consideração essa importância identitária, publicaram estudos que guiam o planejamento urbano em torno dessas unidades administrativas. A PlanBairros é uma iniciativa que nasceu da parceria entre a Escola Politécnica (Poli) da USP e a Prefeitura de São Paulo. Os documentos foram organizados por Karin de Castro, professora da Poli, e são a resposta de uma confluência de fatores, que levam em consideração anos de pesquisa acadêmica sobre planejamento urbano e o interesse público de regulamentar os instrumentos previstos por lei.  “Este é um planejamento de microescala, o nível em que começamos a ter a organização da sociedade e dos territórios com mais detalhes, dando importância às questões que atingem o cotidiano do cidadão”, comenta Karin acerca da proposta de planejamento urbano.  A docente ainda afirma que o projeto tem o intuito de romper com as barreiras da capital paulista e ser replicada em outros contextos urbanos do país. “Apesar da complexidade de São Paulo, muitos desafios são comuns a bairros de outras cidades, e o nosso intuito é fortalecer a capacidade brasileira de realizar planejamento urbano local junto às comunidades”.

Jornal da USP | Plataforma digital integra dados sobre emissões e absorções de GEEs na Floresta Amazônica

[Imagem: divulgação/site DigitalAmazon]   Espalhada entre nove países, a Floresta Amazônica é uma região vital para a saúde do planeta Terra, sendo considerada o “pulmão da humanidade” por sua alta capacidade de filtrar o carbono presente nos gases de efeito estufa (GEE). No entanto, a região também é de difícil acesso e fragmentada entre diferentes regiões, dificultando o trabalho de pesquisadores e cientistas que buscam dados sobre a Floresta. Pensando em facilitar o trabalho desses pesquisadores, o Centro de Pesquisa e Inovação em Gases (RCGI) da Universidade de São Paulo desenvolveu o Digital Amazon, uma plataforma online que rastreia, condensa e analisa dados coletados por satélites, torres de medições e outros sensores espalhados pela floresta.   Co-coordenado por José Reinaldo Silva, professor da Escola Politécnica, o projeto hospeda seus dados na nuvem da Amazon Web Services, garantindo acesso remoto à pesquisadores em qualquer lugar do planeta, estabilidade e segurança. De acordo com o professor, o projeto trata-se de uma das primeiras aplicações do big data para analisar a complexidade do sistema amazônico e do ciclo do carbono. “Nosso objetivo é oferecer uma infraestrutura robusta para que pesquisadores, gestores públicos e membros da sociedade civil possam acompanhar em detalhe o papel da floresta amazônica no balanço global de carbono”, afirma Silva. [imagem: Divulgação/USP Imagens/ Marcos Santos]

Marie Claire | “Diziam que eu ocupava uma ‘vaga perdida’”: quem é Liedi Bernucci, nova vice-reitora da USP

[Imagem: Cecília Bastos/USP Imagens] Data: 11/0/2026 Citada: Liedi Bernucci, vice-reitora da Universidade de São Paulo e professora do Departamento de Engenharia Civil da Escola Politécnica da USP. Link: https://revistamarieclaire.globo.com/retratos/noticia/2026/02/liedi-bernucci-vice-reitora-da-usp-diretora-poli.ghtml Resumo: Quando ingressou na Escola Politécnica pela primeira vez, como estudante de Engenharia Civil, Liedi Bernucci recorda que ouvia falas “muito grosseiras” vindas dos professores do departamento. Uma vez, a então estudante ouviu que as vagas ocupadas por mulheres na instituição eram “vagas perdidas, como se fossem roubadas”.  Cinco décadas depois, a agora professora titular do mesmo departamento onde estudou e ex-diretora da Escola Politécnica (Poli) da USP se tornou vice-reitora da maior universidade brasileira e uma das maiores da América Latina. Nesta entrevista com a repórter Camila Cetrone, da revista Marie Claire, Liedi Bernucci retoma a sua trajetória até o momento atual, tendo atingido um dos maiores patamares na carreira acadêmica. Durante a sua caminhada, ela relembra momentos de dificuldades e assédio moral por conta do seu gênero, mas também fala de iniciativas passadas e novas ações que irão promover a equidade dentro da Universidade.

Jornal da USP | Novo centro de ciência focado na descarbonização rodoviária busca aprimorar as condições das vias

[Foto: Letícia Menezes/Comunicação Poli USP] Data: 06/02/2026 Link:https://jornal.usp.br/radio-usp/novo-centro-de-ciencia-focado-na-descarbonizacao-rodoviaria-busca-aprimorar-as-condicoes-das-vias/  Docente citado:Kamilla Vasconcelos Savasini, professora do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Escola Politécnica (Poli) da USP O Centro de Ciência para Rodovias Avançadas e Descarbonizadas (CCD Road) foi inaugurado pela USP e tem como objetivo acelerar a descarbonização do setor, a partir da reciclagem de pavimentos. A coordenadora e professora da Escola Politécnica da USP, Kamila Vasconcelos, explica que o diferencial da iniciativa é a integração entre as universidades, a indústria e o governo, chamado de modelo de hélice tríplice.  Kamila afirma que a reciclagem já ocorre: “A gente consegue ver nos últimos anos uma mudança de muitas dessas tecnologias, olhando um pouco para a questão, ou para as questões relacionadas à reciclagem desses pavimentos, as próprias usinas que produzem as misturas asfálticas vêm se adaptando para conseguir fazer esse tipo de serviço que não acontecia no passado. A gente tem dentro do centro também um apoio muito importante das concessões de rodovias, essas concessões vêm puxando as tecnologias e o Estado de São Paulo é muito emblemático, porque tem um número muito grande dessas concessões e a gente consegue ver pelos números que esse aumento da reciclagem é uma realidade hoje em dia”. As iniciativas são divididas em seis grupos de trabalho que visam aprimorar o reaproveitamento do asfalto.   

INSPI | USP inaugura maior supercomputador de IA da América Latina

[Imagem: Cecília Bastos/ USP Imagens] Data: 11/02/2026 Citado: Prof. Fábio Cozman, coordenador do Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina e professor titular do Departamento de Engenharia Mecatrônica da Poli-USP. Link: https://inspi.com.br/2026/02/usp-inaugura-maior-supercomputador-de-ia-da-categoria-na-america-latina/amp/ Resumo: Com um investimento de R$40 milhões, a Universidade de São Paulo inaugurou nesta terça-feira (11) o Joint Artificial Intelligence Research Unit (Jairu), um supercomputador de processamento de Inteligência Artificial. O dispositivo é o maior do tipo na América Latina, e foi construído em cooperação com a NVIDIA, empresa que confecciona placas de vídeos, que podem ser usadas no processamento das Inteligências Artificiais, e a Positivo Servers & Solutions, concessionário da Supermicro que realiza operações em servidores virtuais no Brasil. O Jauru será utilizado para pesquisa nas mais diversas áreas do conhecimento, da ciência de dados ao processamento em animações e efeitos visuais. Sendo operado por especialistas treinados, o supercomputador ficará sob a responsabilidade do Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina (CIAAM), atualmente coordenado pelo professor Fábio Cozman, da Escola Politécnica. “A ideia é que esse equipamento fique à disposição de toda a comunidade para ser usado, por exemplo, em grandes modelos de linguagem usados para processar e gerar textos ou em sistemas de previsão baseados em grandes quantidades de dados, como a previsão de eventos climáticos extremos”, explica o professor. Leia mais na matéria do INSPI.